Arquivo da categoria: Contos e Fábulas

Aprendendo com a Natureza (#coach #indio #diadoindio)

Nesta data especial (19/04) comemoramos o dia do Índio. Muito se pode aprender com esta cultura milenar. Desde os primórdios, os indígenas de nosso país desenvolveram sua cultura de sobrevivência, enfrentando os desafios da natureza com muita sabedoria e conhecimento. Suas lendas, fábulas e vivências, demonstram um alto grau de inteligencia e raciocínio, bem como destreza, força e beleza incomparáveis. Vamos compartilhar em homenagem a estes bravos sobreviventes de nossas raízes algumas lendas ricas em detalhe e simbolismo, e através desta leitura, captar toda a energia positiva que delas emanan, transformando em combustível para nossa própria sobrevivência.

ANHANGÁ

É um gênio andante, espírito arredio ou vagabundo, destinado a proteger os animais das matas. Ele aparece sob a figura de um veado branco, com olhos de fogo. Quando um caçador persegue um animal que está amamentando, corre o risco de ser atacado pelo Anhangá.

O BOITATÁ

É uma cobra de fogo “boiguaçu”, que aparece deslizando pelas matas, espalhando clarões na noite. Quando morre, espalha uma luz que tem na barriga pela escuridão da noite carregada pelo vento. Essa luz é proveniente dos olhos dos animais de que ela se alimenta, principalmente dos gatos, que ela digere, mas conserva a luz. Às vezes o boitatá anda a pé, como um fantasma branco e transparente, de olhos grandes e furados, assustando animais e viajantes.

O BOTO

É o mais importante habitante encantado do rio Amazonas. Nas altas horas da noite, propriamente à meia noite ele se transforma em gente.

Anda em cima dos paus das beiradas do rio, de preferência sobre os buritizeiros tombados nas margens.

Veste roupa branca e usa um chapéu branco para ocultar uma abertura no alto da cabeça por onde sai um forte cheiro de peixe e hálito de maresia. Ele aparece nas festas tão elegante que encanta e seduz as donzelas. Dança a noite toda com as mais jovens e mais bonitas da festa. Sai com elas para passear e antes da madrugada pula na água e volta à forma primitiva de peixe, deixando as moças sempre grávidas.

Além de sedutor e fecundador é conhecido também como o pai das crianças de paternidade desconhecida, pois as mães solteiras o acusam de ser o pai de suas crianças.

O Boto-homem é obcecado por mulheres, sente o cheiro feminino a grandes distâncias. Para evitar que ele apareça esfrega-se alho na canoa, nos portos e nos lugares onde ele gosta de aparecer.

O CAIPORA

É um menino escuro pequeno e rápido, cabeludo e feio, fuma cachimbo, e sua função é proteger os animais da floresta, os rios, as cachoeiras.

Vive sondando as matas montado num porco, sempre com uma longa vara na mão. Quando o caçador se aproxima o caipora pressente sua chegada através do vento que lhe agita os cabelos. Então sai a galope no seu porco fazendo o maior barulho para espantar os veados, os coelhos, as capivaras e outros animais de caça. As vezes, o caçador, sem ver direito, corre atrás do próprio caipora que montado em seu porco faz zigue-zagues pelo mato até perder-se de vista.

O CAIRARA

Na tribo dos Bororós havia um pajé muito sábio. Ele vivia triste por ser gordo e por isso todos o chamavam de cairara. Certo dia, ele descobriu uma erva que os macacos comiam e os conservavam sempre esbeltos e ágeis. Resolveu tomar um chá feito da erva, para ver se ficava esbelto como os macacos.

Durante sete dias ingeriu a porção. Ficou esbelto, os cabelos finos se alongaram, as pernas encolheram. Ficou assustado quando viu que até um rabo começou a aparcer. Parou de beber a droga, mas a transformação continuou.

Hoje o cairara é uma espécie de macaco fino, inteligente e engenhoso que vive nas matas da Amazônia.

Peixe Fresco – Uma História de Resultados

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca.

Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.

Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como
“sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de
frescor. Os consumidores Japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de
peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram prazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que
você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos – tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard
observou, no começo dos anos 50:

“O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios,
você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!”

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesasainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da Humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

“Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”

Resultados

Uma grande área de floresta virgem foi oferecida ao mestre Achaan Chah por aldeões da redondeza para que lá se iniciasse um mosteiro. Um rico seguidor leigo soube da doação e ofereceu-se para construir um templo, com um átrio magnífico, no alto da pequena montanha situada no meio da floresta. Outros seguidores leigos se reuniram, e projetou-se para aquele templo o maior átrio para Buda de todas as províncias da redondeza.

Choupanas para os monges foram construídas nas cavernas da montanha e uma estrada foi aberta a duras penas no meio da mata. A construção do templo começou pelo átrio: alicerces de concreto, colunas altas, uma plataforma para um gigantesco Buda de bronze. Porém, à medida que o trabalho prosseguia, novos edifícios iam sendo acrescentados ao projeto. Seguiram-se discussões complexas entre os patrocinadores leigos e os construtores. Qual deveria ser o grau de requinte de decoração do teto? Não seria melhor modificar o projeto desse modo ou daquele para torná-lo mais perfeito? Que tal colunas ocas e um enorme tanque subterrâneo para reter a água da chuva? Boas idéias não faltaram, embora fossem todas muito dispendiosas.

O ápice das discussões foi um demorado encontro com Achaan Chah. Os construtores, os patrocinadores leigos e todos os demais apresentaram as diferentes opções para o projeto, com seus custos e prazos de construção. Por fim, o rico seguidor leigo que iniciara tudo aquilo expôs as suas idéias e perguntou:

- Diga-nos, mestre, qual desses projetos devemos levar adiante? O mais frugal? O mais requintado? Como devemos proceder?

O mestre riu:

- Quando se faz o bem, os resultados são sempre bons.

E nada mais disse.

O átrio, depois de construído, ficou magnífico.

As Três Atitudes

1 – A do vaso, que retém e não dá nada.
2 – A do canal, que dá e não retém.
3 – A da fonte, que produz, dá e retém.

Existem seres humanos-vaso, cuja única meta é armazenar conhecimentos, objetos e dinheiro. São aqueles que acreditam saber tudo que há para saber: ter tudo o que há para ter e consideram sua tarefa terminada quando concluíram o armazenamento. Não podem compartilhar sua alegria nem por a serviço dos demais os seus talentos, nem sequer repartir conhecimento. São extraordinariamente estéreis, servidores do seu egoísmo, carcereiros de seu próprio potencial humano.

Por otro lado existem os seres humanos-canal, são aqueles que passam a vida fazendo e fazendo coisas. Seu lema é: “produzir, produzir e produzir”. Não estão felizes se não realizam muitas atividades e todas com pressa, sem perder um minuto. Acreditam estar a serviço dos demais, fruto de sua neurose produtiva, quando, na verdade, agir sem parar é o único modo que têm de acalmar suas carências; dão, dão e dão; mas não retêm. Seguem dando e se sentem vazios.

Mas também podemos encontrar seres humanos-fonte, que são verdadeiros mananciais de vida. Capazes de dar sem se esvaziar, de oferecer sua água sem terminarem secos. São aqueles que nos salpicam “gotinhas” de amor, confiança e otimismo, iluminando com seu reflexo nossa própria vida.

Com qual você se identifica?

O Pequeno do Xale Grande

(Adaptação de conto de J. Car)

O velho André era dono de uma pequena fortuna, que juntara durante uma vida de trabalho e economia. Vivia numa pequena chácara e, como era muito caridoso, repartia sempre o que possuía com os pobres.

Era seu costume dar roupas de seu uso aos pobres e nunca se esquecia de pôr um dinheirinho nos bolsos. Diziam que ele mesmo comprava roupas para dá-las aos maltrapilhos.

Certo dia, depois de uma chuva diluviana, o velho André examinava os danos causados pelo temporal, quando enxergou atrás da cerca de bambu um menino encharcado que dizia:

- Moço, moço! O senhor tem uma roupa velha para mim? Mamãe me mandou levar ovos à quitanda e a chuva me apanhou no caminho.

- Hum! Hum! fez o velho André. – Você é muito pequeno, mas, ainda assim, pode-se arranjar qualquer coisa. E levou-o para dentro de casa. Pouco tempo depois o garoto saía com umas calças enormes, enroladas nas pernas e com um xale capaz de cobrir o picadeiro de um circo! Ria feliz e despedia-se agradecido.

O velho André seguia-o com o olhar e murmurou baixinho: talvez…

A noite começava a envolver em trevas o caminho e a casinha modesta, quando alguém bateu à porta. O velho André parou de tomar sua sopa e foi atender. Era o garoto ainda envolvido pelo xale grande.

- Você por aqui?! interrogou o velho.

- É verdade, eu ainda – atalhou o menino, estendendo a mão com o dinheiro. Encontrei num dos bolsos e vim trazer. O velho André tomou o pequeno pela mão, olhou-o demoradamente e disse baixinho:

- Uma criança! Foi o único!

Era a primeira pessoa que vinha restituir o dinheiro, que sempre colocava no bolso das roupas que dava. Não demorou muito tempo e o velho André morreu. Abriram o seu testamento. Tinha legado todos os seus bens ao “pequeno do xale grande”, o mais grato, o mais honesto, o mais digno!

Parábolas para Reflexão – Princípio 10/90 (#coach #sucesso)

De acordo com Stephen Covey, 10% da vida estão relacionados com o que se passa conosco e não temos controle sobre eles, já 90% com a forma como reagimos aos fatos que vão determinar suas conclusões.

O que isso quer dizer? Realmente, não podemos evitar que o carro enguice, um avião atrase, um semáforo fique vermelho, etc. Isso representa 10% do que nos sucede. Os restantes 90% serão determinados com nossas reações.

Exemplo: Você esta tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa cair café na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isto, mas terá sobre o que acontecerá em seguida.

Você se irrita, repreende severamente sua filha, ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa e daí, tem o prosseguimento de uma batalha verbal. Contrariado e resmungando, você vai trocar a camisa e voltando, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai para o trabalho também contrariada e você tem que levar sua filha de carro para a escola. Como esta atrasado, dirige em alta velocidade é barrado por um guarda de trânsito e multado após 15 minutos de discussão. Deixa sua filha na escola, que desce sem se despedir de você e ao chegar ao escritório, percebe que esqueceu de sua maleta.
Seu dia começou mal e ansioso para terminar o dia, é recebido friamente e em silêncio pela sua esposa e filha, ao chegar em casa.

Por quê seu dia foi tão ruim?
1. Por causa do café?
2. Por causa de sua filha?
3. Por causa de sua esposa?
4. Por causa da multa de trânsito?
5. Por sua causa?
A resposta correta é a de número 5, pois o fator determinante foi a ausência de controle sobre o acontecido.

De outra forma:
O café cai em sua camisa. Sua filha chora e você diz gentilmente a ela: “Esta bem querida, você só precisa ter mais cuidado”.
Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui dando adeus com a mão.

Notou a diferença?
Duas situações iguais com finais opostos. Portanto se alguém fizer um comentário negativo, procure não levar a serio, evitando assim ser afetado e tirando sua energia.

Autor: Stephen Covey
Fonte: www,metaforas.com.br

Tesouro de Bresa – Melhoria Continua (#coach #kaizen #sucesso)

Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo. Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso? Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes. Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares.

Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.

Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido. E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: “O segredo do tesouro de Bresa.” Que tesouro seria esse? Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando. Mais adiante decifrou: “O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo.” Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro. Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus. Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.

Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.

Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.

Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.

Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.

Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.

No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.

Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:

- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa “saber”…

Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros inimagináveis. O tesouro de Bresa é o saber, que qualquer homem esforçado pode alcançar, por meio dos bons livros, que possibilitam “tesouros encantados” àqueles que se dedicam aos estudos com amor e tenacidade.

Sucesso e sucesso… #Coach #Coaching

Estes dias eu vi uma atualização na linha do tempo de um amigo com uma fábula. É até uma fábula interessante, apesar de eu não concordar com alguns conceitos.

Para quem tiver interesse em conhecer a fábula segue o link que publiquei em meu blog (Artigo – Fábula). Mas o que me chamou a atenção na publicação foi uma frase que encerra a mesma, que me fez repensar e refletir por algum tempo sobre seu conteúdo:

“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso.”

Vendo esta frase, eu me perguntei: – Qual é a noção que um indivíduo possui sobre Sucesso, para distanciá-lo tanto assim dos valores pessoais?

Uma pessoa de Sucesso, obrigatoriamente deve ser uma pessoa sem valor? Uma pessoa corrupta? Uma pessoa desonesta? Ou talvez uma pessoa egoísta e mesquinha? Ou vendo pelo outro lado da moeda, uma pessoa de valor deve se submeter a viver uma vida sem ter a chance de partilhar dos holofotes do sucesso? Da tranqüilidade de ser reconhecido?

A partir de meu ponto de vista, dentro de muitos anos estudando o fator “Sucesso” em nossas vidas, entendo que o autor desta citação foi deverás infeliz. O Sucesso de um indivíduo está intimamente ligado aos seus valores de vida. Ou você acha que só porque um indivíduo possui um carro do ultimo ano, uma casa em local privilegiado, passa suas férias em paraísos, mas tudo ganho a custa do trabalho de outros, é uma pessoa de sucesso? Quando você vive dentro de seus valores de vida, um ciclo se inicia e você é levado em direção ao Sucesso. Mas não um sucesso aparente, mascarado pelas riquezas profanas, mas um Sucesso Real, reconhecido pelos seus pares, identificado através de seu sorriso, de suas ações e de seu comportamento.

A definição de sucesso foi deturpada pelo seu uso indiscriminado. O Sucesso não é e nem pode ser medido pelas suas posses, ou pelo seu status social, mas deve ser medido sim pelos seus valores. Como você trata sua família, como você interage com seus amigos de trabalho, a forma como você vive sua vida em sociedade, se prontificando a ser uma pessoa gentil e solicita quando assim for necessário e possível. Estas ações irão diferenciar um individuo de Sucesso, daquele que é mesquinho, egoísta, egocêntrico… Essa é a verdadeira definição de Sucesso.

Peço desculpas se minhas idéias atingem alguns de vocês de forma negativa, mas sei que muitos também irão concordar com as minhas palavras finais:

“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser mesquinho, ser egoísta e impessoal. Desta forma, alcance o Sucesso em sua vida.”

Deixo a todos um forte abraço, e desejo de muito Sucesso, Realizações e Boa Saúde.
Abraços e aguardo suas considerações.

Douglas Ferreira

Análise de Fábula – O Porco e o Cavalo

Deixo este texto exposto em meu blog para referencia a uma análise que postarei em breve a respeito de uma frase que encontrei em minha linha do tempo, no Perfil da Life Coaching no Facebook. (http://www.fb.com/LifeCoachPage/)

Escolha o seu destino quem quer ser porco e quem quer ser cavalo

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, No terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força meu amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar… Upa!
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai… Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa… Vamos matar o porco!
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor?

Programa – Volta ao Mundo em 80 Dias

Amanhã é 12 de Outubro, é quando comemoramos o dia das crianças. Fiquei algum tempo afastado do blog, criando alguns novos workshops e desenvolvendo alguns programas novos para a aplicação do coaching no desenvolvimento humano. Juntando estas duas informações, nossa equipe desenvolveu um workshop para o Resgate da Criança Interior, com uma boa análise teórica e exercícios práticos de visualização. Mais sobre este workshop pode ser obtido através de nosso e-mail de contato: douglas.coach@gmail.com.

Neste tempo que fiquei afastado, também aproveitei para reler algumas obras da literatura, onde posso citar o fantástico livro “A Volta ao Mundo em 80 dias” de Julio Verne (O livro esta catalogado como domínio público e seu download pode ser obtido aqui). Ler este livro, e fazendo uma pequena análise da data festiva que se aproxima, me fez perceber uma incrível coincidencia: Faltam 80 dias para terminar o ano de 2011, e se Phileas Fogg conseguiu a proeza de realizar uma volta ao mundo em 80 dias, fiquei me imaginando o que poderíamos fazer para mudar nossa vida, e conquistar nossos sonhos e nossos desejos nestes 80 dias que nos aguardam.

Pensando nisso, e em contato com nossa equipe de desenvolvimento, elaboramos um projeto audacioso, onde através de uma série de exercícios e questionamentos, vamos ajuda-lo a realizar seu grande sonho em 80 dias. A partir de amanhã, 12 de Outubro, iniciaremos uma série de artigos e exercícios em nosso blog, cuja meta principal será a de fornecer ferramentas para que você, que guarda em seu interior um desejo de Phileas Fogg, possa realizar sua volta ao mundo em 80 dias. Desejar algo não é o suficiente quando queremos realizar os desejos, é preciso que façamos como nosso protagonista fez, e mesmo desafiando os mais incrédulos, provar que a realização de nossos sonhos é possível, mesmo com todos os empecilhos e dificuldades que possamos encontrar pelo caminho.

Para iniciar nosso projeto, convido a todos que tiverem interesse em participar, que leiam esta obra prima da literatura mundial, e a partir desta leitura, possam visualizar seus desejos e sonhos, e possa sentir em si a vontade de realizar algo grandioso ainda neste ano de 2011. Todos os comentários serão bem vindos, e irá nos ajudar a direcionar melhor nossas estratégias, onde então poderemos fornecer uma ferramenta adequada para que este projeto possa alcançar os resultados esperados.

Aguardo todos então amnhã, neste mesmo local, para darmos inicio a nossa maravilhosa jornada de auto-conhecimento e descoberta de nossas habilidades.

Tenham uma ótima Terça feira, 11 de Outubro.

Abraços e Sucesso Sempre,