Arquivo da categoria: Contos e Fábulas

Mais de Calvin e Haroldo…

Que tal um pouco mais?

Calvin e Hobbles – Um pouco mais…

Que tal mais alguns quadrinhos de Calvin e Haroldo?

Calvin e Haroldo (Calvin and Hubbles)

Mais uma sequencia de histórias…

Ilusões – Richard Bach

Calvin e Haroldo

As editoras que lançaram álbuns de Calvin no Brasil foram, pela ordem, Cedibra, Best News e, por fim, Conrad (que mantém todos os álbuns por ela publicados em catálogo no País). Vale a pena correr atrás ou, se você já tem pelo menos um deles, parar um pouquinho durante o dia e prestar homenagens a esta criação genial dos quadrinhos mundiais do jeito que Calvin e Haroldo mais apreciariam: de papo pro ar, esquecendo obrigações e desvendando novamente esse mundo grande. Vamos a mais uma sequencia das fantásticas historias de Calvin e seu Tigre de Estimação:

Pack – O Pequeno Príncipe (áudio e pdf)

O Piloto Poeta
Guiado pelas estrelas Antoine de Saint-Exupéry, viajou pelo mundo, decifrou o céu, criou laços entre as pessoas. Diminuindo as distâncias, fez o mundo parecer menor. Escrevendo, fez do nosso planeta, um mundo maior.

O Essencial
Antoine de Saint-Exupéry partiu para Nova York no fim de Dezembro de 1940, onde começou a desenhar, na frente aos editores, o recorrente menino de cabelos rebeldes. Quando lhe perguntavam, respondia: “Não é nada de mais, é apenas o garoto que existe no meu coração.”
A primeira edição do Pequeno Príncipe apareceu em abril de 1943. Ele recebeu um dos primeiros exemplares alguns dias antes do seu embarque para a África do Norte. Atravessou o Atlântico a bordo de um navio com tropas americanas para lutar pela França ocupada pelo exército alemão. No dia 31 de Julho de 1944 não retornou da sua última missão.
Toda a obra de Saint-Exupéry é centrada em valores fundamentais e universais. Elas fazem parte do nosso patrimônio. São os valores dos homens solidários, responsáveis e persistentes.

A Toalete do Planeta
Um pequeno príncipe nos convida a olhar com atenção o planeta que habitamos, cheio de presentes oferecidos pela natureza. Presentes aparentes ou escondidos, renováveis ou limitados. Mas todos eles revelam segredos quando os observamos com o olhar cristalino de uma criança.
Estrelas que sabem sorrir.
Antoine de Saint-Exupéry resgatou a criança que existe em cada um de nós, com encanto, ética e beleza.

Pequeno Príncipe

Imagem descritiva do Pequeno Príncipe

Áudio: O Pequeno Príncipe

Este é o relançamento do álbum produzido por Irineu Gracia nos anos 50, que traz uma adaptação do livro “O Pequeno Príncipe”, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, com tradução de D. Marcos Barbosa. O disco apresenta a fantástica interpretação do talentoso grupo de teatro de Paulo Autran, com Gloria Cometh, Oswaldo Loureiro Filho, Margarida Rey, Benedito Corsi e Aury Cahet. Quem assina a trilha sonora é Tom Jobim. Confira! 

Coletânea Calvin (#calvin #haroldo #coach)

Sempre gostei muito de Calvin e Haroldo, e a partir de hoje, pretendo homenagear estas fantásticas histórias que fizeram parte de minha infância, postando a sequencia completa deste personagem único. Segue então as primeiras 7 aparições de Calvin e Haroldo:

Aprendendo com a Natureza (#coach #indio #diadoindio)

Nesta data especial (19/04) comemoramos o dia do Índio. Muito se pode aprender com esta cultura milenar. Desde os primórdios, os indígenas de nosso país desenvolveram sua cultura de sobrevivência, enfrentando os desafios da natureza com muita sabedoria e conhecimento. Suas lendas, fábulas e vivências, demonstram um alto grau de inteligencia e raciocínio, bem como destreza, força e beleza incomparáveis. Vamos compartilhar em homenagem a estes bravos sobreviventes de nossas raízes algumas lendas ricas em detalhe e simbolismo, e através desta leitura, captar toda a energia positiva que delas emanan, transformando em combustível para nossa própria sobrevivência.

ANHANGÁ

É um gênio andante, espírito arredio ou vagabundo, destinado a proteger os animais das matas. Ele aparece sob a figura de um veado branco, com olhos de fogo. Quando um caçador persegue um animal que está amamentando, corre o risco de ser atacado pelo Anhangá.

O BOITATÁ

É uma cobra de fogo “boiguaçu”, que aparece deslizando pelas matas, espalhando clarões na noite. Quando morre, espalha uma luz que tem na barriga pela escuridão da noite carregada pelo vento. Essa luz é proveniente dos olhos dos animais de que ela se alimenta, principalmente dos gatos, que ela digere, mas conserva a luz. Às vezes o boitatá anda a pé, como um fantasma branco e transparente, de olhos grandes e furados, assustando animais e viajantes.

O BOTO

É o mais importante habitante encantado do rio Amazonas. Nas altas horas da noite, propriamente à meia noite ele se transforma em gente.

Anda em cima dos paus das beiradas do rio, de preferência sobre os buritizeiros tombados nas margens.

Veste roupa branca e usa um chapéu branco para ocultar uma abertura no alto da cabeça por onde sai um forte cheiro de peixe e hálito de maresia. Ele aparece nas festas tão elegante que encanta e seduz as donzelas. Dança a noite toda com as mais jovens e mais bonitas da festa. Sai com elas para passear e antes da madrugada pula na água e volta à forma primitiva de peixe, deixando as moças sempre grávidas.

Além de sedutor e fecundador é conhecido também como o pai das crianças de paternidade desconhecida, pois as mães solteiras o acusam de ser o pai de suas crianças.

O Boto-homem é obcecado por mulheres, sente o cheiro feminino a grandes distâncias. Para evitar que ele apareça esfrega-se alho na canoa, nos portos e nos lugares onde ele gosta de aparecer.

O CAIPORA

É um menino escuro pequeno e rápido, cabeludo e feio, fuma cachimbo, e sua função é proteger os animais da floresta, os rios, as cachoeiras.

Vive sondando as matas montado num porco, sempre com uma longa vara na mão. Quando o caçador se aproxima o caipora pressente sua chegada através do vento que lhe agita os cabelos. Então sai a galope no seu porco fazendo o maior barulho para espantar os veados, os coelhos, as capivaras e outros animais de caça. As vezes, o caçador, sem ver direito, corre atrás do próprio caipora que montado em seu porco faz zigue-zagues pelo mato até perder-se de vista.

O CAIRARA

Na tribo dos Bororós havia um pajé muito sábio. Ele vivia triste por ser gordo e por isso todos o chamavam de cairara. Certo dia, ele descobriu uma erva que os macacos comiam e os conservavam sempre esbeltos e ágeis. Resolveu tomar um chá feito da erva, para ver se ficava esbelto como os macacos.

Durante sete dias ingeriu a porção. Ficou esbelto, os cabelos finos se alongaram, as pernas encolheram. Ficou assustado quando viu que até um rabo começou a aparcer. Parou de beber a droga, mas a transformação continuou.

Hoje o cairara é uma espécie de macaco fino, inteligente e engenhoso que vive nas matas da Amazônia.

Peixe Fresco – Uma História de Resultados

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca.

Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.

Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como
“sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de
frescor. Os consumidores Japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de
peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram prazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que
você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos – tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard
observou, no começo dos anos 50:

“O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios,
você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!”

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesasainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da Humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

“Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”

Resultados

Uma grande área de floresta virgem foi oferecida ao mestre Achaan Chah por aldeões da redondeza para que lá se iniciasse um mosteiro. Um rico seguidor leigo soube da doação e ofereceu-se para construir um templo, com um átrio magnífico, no alto da pequena montanha situada no meio da floresta. Outros seguidores leigos se reuniram, e projetou-se para aquele templo o maior átrio para Buda de todas as províncias da redondeza.

Choupanas para os monges foram construídas nas cavernas da montanha e uma estrada foi aberta a duras penas no meio da mata. A construção do templo começou pelo átrio: alicerces de concreto, colunas altas, uma plataforma para um gigantesco Buda de bronze. Porém, à medida que o trabalho prosseguia, novos edifícios iam sendo acrescentados ao projeto. Seguiram-se discussões complexas entre os patrocinadores leigos e os construtores. Qual deveria ser o grau de requinte de decoração do teto? Não seria melhor modificar o projeto desse modo ou daquele para torná-lo mais perfeito? Que tal colunas ocas e um enorme tanque subterrâneo para reter a água da chuva? Boas idéias não faltaram, embora fossem todas muito dispendiosas.

O ápice das discussões foi um demorado encontro com Achaan Chah. Os construtores, os patrocinadores leigos e todos os demais apresentaram as diferentes opções para o projeto, com seus custos e prazos de construção. Por fim, o rico seguidor leigo que iniciara tudo aquilo expôs as suas idéias e perguntou:

- Diga-nos, mestre, qual desses projetos devemos levar adiante? O mais frugal? O mais requintado? Como devemos proceder?

O mestre riu:

- Quando se faz o bem, os resultados são sempre bons.

E nada mais disse.

O átrio, depois de construído, ficou magnífico.