Arquivo do mês: julho 2009

A Fábula dos Ratos – Para se pensar…

Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha.
Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos,
velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.
Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus
narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade…
Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os ratos estava um gato…
O gato era malvado, tinha dentes
afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir.
Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e… era uma vez um ratinho!!
Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam, mais irmãos se sentiam.
O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato
morresse ou sonhavam com um cachorro…
Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar.
Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram
mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos.
Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais.
“Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”…
– O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.
– Socializaremos o queijo, dizia outro.
Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse!
Sonhavam… Nos seus
sonhos comiam o queijo.
E, quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados:
não diminuem; crescem sempre.
E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando:
“Ao queijo, já!”…
Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido.
O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia
glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria.
Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.
E foi então que a transformação aconteceu.
Bastou a primeira mordida.
Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.
Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um.
Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos.
Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto do queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqueceram-se do
gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns
ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem.
O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:
“Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.
Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados
a ficar esperando…
Os ratinhos magros e fracos, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido.
O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo.
Tinham todo o jeito do gato, o olhar malvado, os dentes à mostra.
Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora.
Rato = Gato
Os ratos fortes se tornavam cada vez mais fortes. Diziam mentiras para enganar os outros ratos. Os ratos fracos acreditavam nas mentiras por ignorância ou por medo. Por medo, muitos ratos fracos defendiam os ratos fortes, na esperança ganhar alguma migalha de queijo.
Os ratos fortes criaram impostos. Sempre aumentavam estes impostos. Precisavam arrecadar dinheiro para poder ficar mais fortes e assim poder cuidar do queijo. Precisam de mais e mais impostos, porque só eles poderiam cuidar da saúde dos ratos fracos!
Rato = Gatuno
Todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.

Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha.

Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.

Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade…

Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os ratos estava um gato…

O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir.

Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e… era uma vez um ratinho!!

Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam, mais irmãos se sentiam.

O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato

morresse ou sonhavam com um cachorro…

Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar.

Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos.

Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais.

“Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”…

– O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.

– Socializaremos o queijo, dizia outro.

Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse!

Sonhavam… Nos seus sonhos comiam o queijo.

E, quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem; crescem sempre.

E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando:

“Ao queijo, já!”…

Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido.

O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria.

Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.

E foi então que a transformação aconteceu.

Bastou a primeira mordida.

Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.

Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um.

Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos.

Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto do queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqueceram-se do

gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem.

O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:

“Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.

Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando…

Os ratinhos magros e fracos, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido.

O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo.

Tinham todo o jeito do gato, o olhar malvado, os dentes à mostra.

Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora.

Rato = Gato

Os ratos fortes se tornavam cada vez mais fortes. Diziam mentiras para enganar os outros ratos. Os ratos fracos acreditavam nas mentiras por ignorância ou por medo. Por medo, muitos ratos fracos defendiam os ratos fortes, na esperança ganhar alguma migalha de queijo.

Os ratos fortes criaram impostos. Sempre aumentavam estes impostos. Precisavam arrecadar dinheiro para poder ficar mais fortes e assim poder cuidar do queijo. Precisam de mais e mais impostos, porque só eles poderiam cuidar da saúde dos ratos fracos!

Rato = Gatuno

Todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.

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Atualização: Recebi um comentário hoje repassando a autoria deste texto. Quando o recebi por e-mail não constava o mesmo, por este motivo peço desculpas aos autores e retifico hoje esta falha. Autor: Rubens Alves

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Video Motivacional – Trabalho de Faculdade

Sei que tive bem ausente esta semana, mas isso se deve a intenso trabalho que tenho realizado. De forma nenhuma me esqueci de meus leitores aqui presentes, e por este motivo, estou passando por aqui hoje para deixar um artigo sobre Administração de Tempo, e também este vídeo motivacional produzido pelo meu grupo de estudo da faculdade.

O video é referente a um trabalho de apoio pessoal ou profissional, e retrata bem a forma como o Coaching também trabalha.

Antes de terminar o dia, ainda postarei uma fabula para que vocês possam aproveitar o final de semana com saúde, sucesso e muito conhecimento.

Aqui vai o vídeo:

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Gestão de Tempo – Como administrar melhor seu tempo

Muitas pessoas me procuram, com problemas semelhantes em relação à gestão de seu tempo. No momento de definir um objetivo, é muito comum ouvir coisas do tipo:

  • Não consigo fazer o que tenho pra fazer por falta de tempo.
  • Gostaria que o dia tivesse 48 horas.
  • Preciso de mais tempo para realizar meus projetos.
  • Não tenho tempo para meus sonhos.

Essas são as frases mais comuns, de pessoas que não sabem administrar corretamente seu tempo. Um dos fatores mais importantes, para se alcançar um objetivo, é saber priorizar as coisas que são realmente importantes na vida. Mas esta é a tarefa mais difícil para quem sofre deste problema, como priorizar se tudo é importante?
Na realidade, é mais comum do que se imagina, o fato das pessoas acharem que tudo é importante em suas vidas, e que não podem fazer uma classificação válida que as ajude a administrar melhor seu tempo. Estamos falando de situações como: Ver todos os 50 e-mails que chegam por dia em sua caixa de mensagem, mesmo que 90% deles sejam assuntos que poderiam muito bem ser classificados como de baixa prioridade. Perder tempo com distrações diárias, que poderiam ser subtraídas, poupando um maior tempo para ações mais importantes e direcionadas ao objetivo. Prorrogar e protelar decisões que se tomadas no momento adequado, podem poupar muito tempo num futuro próximo, o que não ocorre quando são decididas em cima da hora.
Quando encontramos pessoas deste tipo, o trabalho de Coaching pode se comprometer seriamente, já que a falta de organização da pessoa pode e com certeza vai colocar em risco o desenvolvimento de seu sonho, projeto ou desejo futuro.
Para evitar esta situação, o Coaching possui ferramentas especificas para se trabalhar com organização de tempo, e vamos aqui neste artigo falar um pouco destas ferramentas.
A melhor forma de aprender a administrar seu tempo, é trabalhar com um regime de prioridades. Através de um trabalho de acompanhamento, o individuo e o Coach poderão estabelecer critérios de prioridades para as principais tarefas a serem executadas, e a forma com que estas tarefas irão se integrar ao dia a dia do individuo, tornando assim possível eliminar tarefas que sejam de baixa prioridade, dando mais atenção para as tarefas que realmente farão a diferença na vida do cliente.
Este processo pode se iniciar com critérios simples, como por exemplo, Alta, Média e Baixa Prioridade, sendo estes critérios avaliados da seguinte forma:

  • Alta Prioridade: Tudo que deve ser feito hoje, de forma que possa auxiliar o desenvolvimento de um projeto, e que não pode ser adiado de forma nenhuma.
  • Media Prioridade: Todas as tarefas que podem ser realizadas em um espaço de 48 horas, que não comprometam nenhuma tarefa de alta prioridade.
  • Baixa Prioridade: Tarefas que podem ser deixadas de lado, e que não vão interferir de forma nenhuma na realização do projeto final, ou interfiram em tarefas de Alta e Média prioridade.

Mostrei como exemplo, uma classificação bem simplificada, apenas para ilustrar um pouco sobre o tema proposto neste artigo. Mas ao ser feito um trabalho de Administração de Tempo, com o suporte do Coaching, podemos detalhar muito mais estas tarefas, fazendo uma classificação maior, e interligando uma com as outras, de forma que seja possível um acompanhamento detalhado.
É também importante neste processo, que o cliente esteja comprometido em assumir a responsabilidade sobre a execução das tarefas, na ordem pré-determinada. Como dito em artigo anterior, é este comprometimento que faz com que o Coaching se torne realmente eficaz.
Em um próximo artigo, detalharei com mais precisão sobre esta técnica de administração de tempo, já que este artigo é apenas para alertar que muitas vezes, não conseguimos alcançar e realizar nossos sonhos, já que não podemos aumentar a quantidade de horas de nosso dia, mas sim nos adequar as já conhecidas 24 horas.

Espero ter ajudado com este novo artigo, e caso queiram mais informações, consulte nossos outros artigos relacionados: Ladrões de Tempo: Parte 1 e Parte 2

Tenham um bom final de semana, e sucesso a todos.

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Musicas Motivacionais – Segunda Feira

Começando mais uma semana, venho trazer mais uma musica e video para animar essa segunda feira chuvosa.  (pelo menos aqui esta chuvosa). Gostaria de agradecer as visitas deste final de semana, e os comentários deixados. Logo mais estarei preparando novos artigos para postar em nosso espaço.

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Video Motivacional – Aproveite a Vida

A muito tempo não deixo nenhum video motivacional por aqui, então, para encerrar nossa semana, selecionei um video que me deixou admirado pela sua simplicidade, e pelas verdades em seu interior. Espero que gostem, e tenham todos um ótimo final de semana.

Até segunda-feira, quando voltaremos com a musica motivacional da semana, e muitos outros artigos de interesse a todos. Lembre-se sempre que este canal esta aberto para dúvidas, criticas e sugestões. Participe, e faça a diferença.

Agora o Video:

Bom final de semana e sucesso a todos…

Analise Swot – Identificando Cenários – Parte 2

“Caro Douglas,
Agradeço pela brevidade e atenção com que você retornou as minhas indagações. Já ajudou muito para um melhor entendimento da ferramenta.
Minha expectativa agora é que num próximo artigo possamos visualizar:
1) A definição de cenário?
2) Que tipos de perguntas são formuladas para elaborar a lista de situações para em seguida fazer o levantamento dos pontos fortes e fracos?
3) Se dentro desta metodologia existem formulários padrões que nortearão os levantamentos e conclusão, além dos gráficos expostos?
Mais uma vez agradeço pela forma didática e objetiva com que abordou o tema.
Bem Ricardo, Agradeço por voltar ao blog, e vamos tentar sanar estas dúvidas adicionais:
1 – A definição do cenário, no caso de tomada de decisão, é você detalhar de forma clara e precisa, como está a situação atualmente, para onde ela está caminhando, de que forma ela é estruturada, e todas as ações tomadas até o momento, para determinar como a situação chegou ao cenário atual. Após a análise deste cenário, devemos também visualizar como seria se outras opções forem tomadas, o que aconteceria se tal ação fosse realizada, e como isso implicaria no cenário, num futuro próximo. É um pouco difícil falar exatamente como a construção destes cenários seriam idealizadas, sem uma completa pesquisa a respeito da situação, mas de forma geral, esta seria a maneira correta de se definir os cenários. Resumindo, identificar e detalhar o cenário atual, da forma como ele esta atualmente, e identificar e detalhar o cenário alternativo, com as medidas que foram tomadas para se chegar a ele.
Tendo os dois cenários, podemos começar a fazer as analises através de seus pontos fortes e fracos, colocando em andamento o processo de analise swot.
2 – Em relação às perguntas a serem feitas, elas devem sempre ser o mais direto possível. Mas no momento da identificação dos cenários, já é possível detectar os pontos fortes e fracos. Para exemplificar, vamos analisar uma situação fictícia:
Digamos que certa empresa trabalha com vendas por telemarketing, e essa estrutura de venda já faz parte da empresa desde seu inicio.  Após uma reunião da diretoria, foi proposto um novo meio de venda, através de representantes fazendo visitas porta a porta.
Temos já os dois cenários a serem analisados, vamos ver como eles se comportam na analise swot:
Cenário A: Telemarketing:
Pontos Fortes: Menor custo para a empresa – Centralização da equipe de vendas – Retorno imediato do calculo de metas
Pontos Fracos: Falta de interatividade física com o cliente – Maior desgaste emocional – Menor possibilidade de retorno (Poucas pessoas se sentem bem ao serem contatadas através de telemarketing)
Cenário B: Venda Porta a Porta:
Pontos Fortes: Maior interatividade com o cliente – Possibilidade de agendamentos para visita futura – Face to Face com o cliente.
Pontos Fracos: Maior gasto em questão de locomoção – Treinamento de equipes de venda (No caso da empresa nunca ter trabalhado neste segmento)
Como é um cenário fictício, não estamos entrando na questão do lucro final da empresa, apenas no processo de implantação.
Tendo os pontos fortes e pontos fracos já determinados, a partir da identificação dos cenários, outras perguntas se tornam obsoletas, então como dito no inicio, as perguntas devem ser diretas, neste caso, por exemplo perguntar no início de cada identificação: Quais são os pontos fortes que temos com telemarketing, quais são as fraquezas que temos, e a mesma coisa para o segundo cenário.
Seguindo este padrão, se torna mais simples fazer a analise, e chegar a resultados quando formos comparar os dois cenários, utilizando ainda a ferramenta de analise swot.
3 – Quanto ao uso de formulários, no artigo anterior, anexei duas imagens de um formulário padrão para a analise swot, e o uso destes formulários são a base para uma estruturação adequada para o bom desenvolvimento da ferramenta. Além das imagens citadas, o Coaching oferece muitas outras ferramentas de analise individual de cada situação, como uma correta especificação de objetivos, análises de campos de força entre outros.
Espero ter podido auxiliar nestas dúvidas, e caso deseje mais informações, entre em contato e tetaremos oferecer um melhor conteúdo para o que você deseja.
Muito obrigado pelo retorno, e sinta-se a vontade em nosso espaço.

“Caro Douglas,

Agradeço pela brevidade e atenção com que você retornou as minhas indagações. Já ajudou muito para um melhor entendimento da ferramenta.

Minha expectativa agora é que num próximo artigo possamos visualizar:

  1. A definição de cenário?
  2. Que tipos de perguntas são formuladas para elaborar a lista de situações para em seguida fazer o levantamento dos pontos fortes e fracos?
  3. Se dentro desta metodologia existem formulários padrões que nortearão os levantamentos e conclusão, além dos gráficos expostos?

Mais uma vez agradeço pela forma didática e objetiva com que abordou o tema.”

Bem Ricardo, Agradeço por voltar ao blog, e vamos tentar sanar estas dúvidas adicionais:

1 – A definição do cenário, no caso de tomada de decisão, é você detalhar de forma clara e precisa, como está a situação atualmente, para onde ela está caminhando, de que forma ela é estruturada, e todas as ações tomadas até o momento, para determinar como a situação chegou ao cenário atual. Após a análise deste cenário, devemos também visualizar como seria se outras opções forem tomadas, o que aconteceria se tal ação fosse realizada, e como isso implicaria no cenário, num futuro próximo. É um pouco difícil falar exatamente como a construção destes cenários seriam idealizadas, sem uma completa pesquisa a respeito da situação, mas de forma geral, esta seria a maneira correta de se definir os cenários. Resumindo, identificar e detalhar o cenário atual, da forma como ele esta atualmente, e identificar e detalhar o cenário alternativo, com as medidas que foram tomadas para se chegar a ele.

Tendo os dois cenários, podemos começar a fazer as analises através de seus pontos fortes e fracos, colocando em andamento o processo de analise swot.

2 – Em relação às perguntas a serem feitas, elas devem sempre ser o mais direto possível. Mas no momento da identificação dos cenários, já é possível detectar os pontos fortes e fracos. Para exemplificar, vamos analisar uma situação fictícia:

Digamos que certa empresa trabalha com vendas por telemarketing, e essa estrutura de venda já faz parte da empresa desde seu inicio.  Após uma reunião da diretoria, foi proposto um novo meio de venda, através de representantes fazendo visitas porta a porta.

Temos já os dois cenários a serem analisados, vamos ver como eles se comportam na analise swot:

Cenário A: Telemarketing:

Pontos Fortes: Menor custo para a empresa – Centralização da equipe de vendas – Retorno imediato do calculo de metas

Pontos Fracos: Falta de interatividade física com o cliente – Maior desgaste emocional – Menor possibilidade de retorno (Poucas pessoas se sentem bem ao serem contatadas através de telemarketing)

Cenário B: Venda Porta a Porta:

Pontos Fortes: Maior interatividade com o cliente – Possibilidade de agendamentos para visita futura – Face to Face com o cliente.

Pontos Fracos: Maior gasto em questão de locomoção – Treinamento de equipes de venda (No caso da empresa nunca ter trabalhado neste segmento)

Como é um cenário fictício, não estamos entrando na questão do lucro final da empresa, apenas no processo de implantação.

Tendo os pontos fortes e pontos fracos já determinados, a partir da identificação dos cenários, outras perguntas se tornam obsoletas, então como dito no inicio, as perguntas devem ser diretas, neste caso, por exemplo perguntar no início de cada identificação: Quais são os pontos fortes que temos com telemarketing, quais são as fraquezas que temos, e a mesma coisa para o segundo cenário.

Seguindo este padrão, se torna mais simples fazer a analise, e chegar a resultados quando formos comparar os dois cenários, utilizando ainda a ferramenta de analise swot.

3 – Quanto ao uso de formulários, no artigo anterior, anexei duas imagens de um formulário padrão para a analise swot, e o uso destes formulários são a base para uma estruturação adequada para o bom desenvolvimento da ferramenta. Além das imagens citadas, o Coaching oferece muitas outras ferramentas de analise individual de cada situação, como uma correta especificação de objetivos, análises de campos de força entre outros.

Espero ter auxiliado nestas dúvidas, e caso deseje mais informações, entre em contato e tetaremos oferecer um melhor conteúdo para o que você deseja.

Muito obrigado pelo retorno, e sinta-se a vontade em nosso espaço.

A mágica que faz o Coaching funcionar

Após terminar minha ultima postagem, respondendo ao nosso amigo visitante sobre a análise swot, percebi um pequeno furo que tentarei neste artigo sanar.
Para meus artigos, sempre faço muita pesquisa na internet, que somados ao meu aprendizado obtido junto a SBC, sempre procuro esclarecer o coaching de uma forma acessível para todos os visitantes, mas fazendo uma pequena reflexão, percebi que nas minhas pesquisas, encontrei um pequeno furo a respeito do Coaching: De que forma, todas estas ferramentas e conhecimentos, poderão me ajudar efetivamente? Qual é a mágica por detrás do Coaching, que o torna um processo tão eficaz?
Fazendo-me estas perguntas, que creio serem as perguntas de muitos de meus visitantes, encontrei a resposta ideal, que tentarei explanar abaixo.
O Processo de Coaching é sim uma ferramenta muito poderosa de gerenciamento e desenvolvimento humano, pessoal ou profissional, mas o que o torna tão eficaz?
Quando estamos efetuando as sessões, seja para levantar valores, ou para analisar áreas de vida, através de uma Roda da Vida, ou analisando diversas situações com a ferramenta de Analise Swot, estamos apenas ajudando o individuo a encontrar as respostas que já estão em seu interior, colocando o cliente numa posição de observador, e desta forma, facilitando a sua compreensão do que deve ser feito.
Mas somente estas ferramentas não são suficientes para uma mudança radical de vida, o mais importante do coaching, é quando chegamos ao final de cada sessão, é o momento decisivo, que faz a diferença entre simplesmente utilizar as ferramentas aleatoriamente, e utilizar o coaching como uma ferramenta única de valorização humana.
A etapa final de cada seção, é a etapa onde o coach, junto ao seu cliente, oferece as ações a serem tomadas neste momento, para que o coaching seja efetivo. Não basta apenas analisar as situações para se chegar ao resultado, é preciso um pouco mais de esforço de ambos, cliente e coach, para determinar os próximos passos, o que deve ser feito imediatamente para que o objetivo comece a se tornar real e palpável.
É neste momento que o coach passa para o cliente tarefas, ações que devem ser executadas até a próxima sessão, onde então estas tarefas serão avaliadas, e através desta seqüência, de tarefas e feedbacks, é possível trilhar todo o processo de coaching, até chegar ao objetivo desejado.
Esta é a engrenagem mágica que faz com que o Coaching seja um processo tão poderoso, as ações tomadas após cada sessão, e este é o papel principal do cliente, estar ciente de que para alcançar seu objetivo, deve se mover em direção a ele, passo a passo, tarefa a tarefa, o cliente deve ter a responsabilidade de assumir este compromisso junto ao seu Coach, pois não basta indicar ou encontrar os melhores caminhos, é necessário também dar o primeiro, segundo, e todos os demais passos.
O Coaching é um processo em conjunto, uma integração entre Coach e Cliente, e somente se esta integração estiver sadia, que é possível ver e aproveitar de todos os resultados.
Assuma o controle de sua vida, compartilhe com um Coach sobre seus desejos e sonhos, se você realmente estiver disposto a alcançar seus objetivos, ele será o seu melhor amigo nesta jornada.
Coloco-me novamente a disposição de meus visitantes para responder qualquer dúvida a respeito, e convido a fazerem um comentário, ou enviar um e-mail para douglas.coach@gmail.com, com dicas, criticas, dúvidas e sugestões. Desejo sucesso a todos, sempre.
“O gênio é feito de 10% de inspiração e 90% de transpiração.” – Thomas Edison

atitudeApós terminar minha ultima postagem, respondendo ao nosso amigo visitante sobre a análise swot, percebi um pequeno furo que tentarei neste artigo sanar.

Para meus artigos, sempre faço muita pesquisa na internet, que somados ao meu aprendizado obtido junto a SBC, sempre procuro esclarecer o coaching de uma forma acessível para todos os visitantes, mas fazendo uma pequena reflexão, percebi que nas minhas pesquisas, encontrei um pequeno furo a respeito do Coaching pela internet: De que forma, todas estas ferramentas e conhecimentos, poderão me ajudar efetivamente? Qual é a mágica por detrás do Coaching, que o torna um processo tão eficaz?

Fazendo-me estas perguntas, que creio serem as perguntas de muitos de meus visitantes, encontrei a resposta ideal, que tentarei explanar abaixo.

O Processo de Coaching é sim uma ferramenta muito poderosa de gerenciamento e desenvolvimento humano, pessoal ou profissional, mas o que o torna tão eficaz?

Quando estamos efetuando as sessões, seja para levantar valores, ou para analisar áreas de vida, através de uma Roda da Vida, ou analisando diversas situações com a ferramenta de Analise Swot, estamos apenas ajudando o individuo a encontrar as respostas que já estão em seu interior, colocando o cliente numa posição de observador, e desta forma, facilitando a sua compreensão do que deve ser feito.

Mas somente estas ferramentas não são suficientes para uma mudança radical de vida, o mais importante do coaching, é quando chegamos ao final de cada sessão, é o momento decisivo, que faz a diferença entre simplesmente utilizar as ferramentas aleatoriamente, e utilizar o coaching como uma ferramenta única de valorização humana.

A etapa final de cada seção, é a etapa onde o coach, junto ao seu cliente, oferece as ações a serem tomadas neste momento, para que o coaching seja efetivo. Não basta apenas analisar as situações para se chegar ao resultado, é preciso um pouco mais de esforço de ambos, cliente e coach, para determinar os próximos passos, o que deve ser feito imediatamente para que o objetivo comece a se tornar real e palpável.

É neste momento que o coach passa para o cliente tarefas, ações que devem ser executadas até a próxima sessão, onde então estas tarefas serão avaliadas, e através desta seqüência, de tarefas e feedbacks, é possível trilhar todo o processo de coaching, até chegar ao objetivo desejado.

Esta é a engrenagem mágica que faz com que o Coaching seja um processo tão poderoso, as ações tomadas após cada sessão, e este é o papel principal do cliente, estar ciente de que para alcançar seu objetivo, deve se mover em direção a ele, passo a passo, tarefa a tarefa, o cliente deve ter a responsabilidade de assumir este compromisso junto ao seu Coach, pois não basta indicar ou encontrar os melhores caminhos, é necessário também dar o primeiro, segundo, e todos os demais passos.

O Coaching é um processo em conjunto, uma integração entre Coach e Cliente, e somente se esta integração estiver sadia, que é possível ver e aproveitar de todos os resultados.

Assuma o controle de sua vida, compartilhe com um Coach sobre seus desejos e sonhos, se você realmente estiver disposto a alcançar seus objetivos, ele será o seu melhor amigo nesta jornada.

Coloco-me novamente a disposição de meus visitantes para responder qualquer dúvida a respeito, e convido a fazerem um comentário, ou enviar um e-mail para douglas.coach@gmail.com, com dicas, criticas, dúvidas e sugestões. Desejo sucesso a todos, sempre.

“O gênio é feito de 10% de inspiração e 90% de transpiração.” – Thomas Edison

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Análise Swot – Levantamento de Informações – Coaching Aplicado

Recebi a pouco um e-mail de um visitante, questionando como funciona o levantamento de informações para uma análise Swot, e aproveito para deixar mais um artigo sobre este tema bastante procurado. Antes de prosseguir, gostaria de agradecer novamente a participação de vocês em nosso espaço, e reafirmo que estamos sempre por aqui, dispostos a ajudar.
No E-mail, são levantadas questões da prática da ferramenta, tentarei montar um passo a passo de como trabalhar com a análise swot, de forma que possa explanar esta e demais dúvidas que possam surgir.
Vejamos as questões levantadas:
“Mas como levantar esses dados? Existe uma metodologia para nortear as entrevistas? Existem formulários para guiar a absorção das informações?”
No processo de Análise Swot, podemos ter duas alternativas de trabalho:
Swot Pessoal: Levantar uma única situação, avaliar seus pontos fortes e seus pontos fracos, e direcionar o cliente para as melhores possibilidades, criando uma seqüência de ações para que a situação possa ser tomada de forma a minimizar os pontos fracos e maximizar os pontos fortes.
Swot Estratégico: Outra forma de trabalho é analisar duas situações, onde confrontaremos os pontos fortes e pontos fracos de ambas, para uma tomada de decisão mais precisa a respeito do caminho a ser estruturado.
Em ambas as formas de trabalho existem a questão de levantamento de informações. Para isso, utilizamos o modelo adequado para a situação.
No caso do e-mail recebido, vamos trabalhar com a segunda opção, fazendo uma análise de dois cenários, e a partir desta análise, obter as melhores respostas sobre o rumo a seguir.
Utilizando o modelo para a segunda opção, veremos os campos relativos a todas as informações que precisamos inserir em nossa análise. Esta análise deve ser feita sem nenhuma forma de julgamento, e o acompanhamento de um Coach é sempre aconselhado para que todas as possibilidades possam ser questionadas.
Primeiramente, determinamos os pontos fortes de cada situação, e também todos os benefícios que cada uma poderá trazer ao final do processo.
Preenchida esta primeira etapa, passamos para a determinação das fraquezas de cada situação, e o que poderemos perder ou quais serão as conseqüências de cada uma ao final do processo.
Esta etapa é muito importante da parte do individuo buscar a imparcialidade, por este motivo que sempre recomendamos a participação de um Coach junto aos processos para que esta imparcialidade seja efetiva, evitando desta forma contaminar os resultados com nossos próprios desejos pessoais.
Após termos a prévia destes cenários já determinados, passaremos ao preenchimento das demais áreas da análise, as oportunidades:
Devemos avaliar todas as oportunidades existentes para ambas as situações, de forma clara e concisa, sempre atento a imparcialidade do processo.
E por fim determinamos os riscos de cada situação apresentada, de forma poder avaliar dentro de todo o quadro de análise, qual cenário obterá maior êxito no final do processo.
A partir deste momento, o papel do coach se torna primordial, para conduzir e auxiliar o individuo a obter respostas da análise, para encontrar o melhor a caminho a ser tomado. Devemos analisar de forma sistêmica, definindo quais foram os aprendizados ao fazer a análise, qual seria a melhor solução apresentada, se os cenários fossem avaliados e pesados e se é o momento de escolher definitivamente a opção mais direcionada, ou se ainda existem pontos a serem analisados, o que poderia ser feito novamente com a analise swot, podendo neste processo seqüencial, compararmos mais de duas situações, quantas forem necessárias, até chegar a um consenso comum da melhor alternativa.
Espero ter ajudado de alguma forma a responder eventuais dúvidas sobre esta fantástica ferramenta do Coaching, e caso surjam novas indagações, não deixem de comentar ou de entrar em contato pelo nosso e-mail: Douglas.coach@gmail.com.
Sempre alertando, a interação destes processos, juntamente com um Coaching preparado, pode surtir efeitos fenomenais em seu desenvolvimento. Sempre consulte um Coaching de sua confiança, antes de tomar qualquer decisão que possa influenciar sua vida.
Este canal está sempre aberto para dúvidas a respeito de Coaching. Sinta-se sempre a vontade.
Abraços e sucesso sempre.

Recebi a pouco um e-mail de um visitante, questionando como funciona o levantamento de informações para uma análise Swot, e aproveito para deixar mais um artigo sobre este tema bastante procurado. Antes de prosseguir, gostaria de agradecer novamente a participação de vocês em nosso espaço, e reafirmo que estamos sempre por aqui, dispostos a ajudar.

No E-mail, são levantadas questões da prática da ferramenta, tentarei montar um passo a passo de como trabalhar com a análise swot, de forma que possa explanar esta e demais dúvidas que possam surgir.

Vejamos as questões levantadas:

“Mas como levantar esses dados? Existe uma metodologia para nortear as entrevistas? Existem formulários para guiar a absorção das informações?”

No processo de Análise Swot, podemos ter duas alternativas de trabalho:

swot1

  • Swot Pessoal: Levantar uma única situação, avaliar seus pontos fortes e seus pontos fracos, e direcionar o cliente para as melhores possibilidades, criando uma seqüência de ações para que a situação possa ser tomada de forma a minimizar os pontos fracos e maximizar os pontos fortes.

swot2

  • Swot Estratégico: Outra forma de trabalho é analisar duas situações, onde confrontaremos os pontos fortes e pontos fracos de ambas, para uma tomada de decisão mais precisa a respeito do caminho a ser estruturado.

Em ambas as formas de trabalho existem a questão de levantamento de informações. Para isso, utilizamos o modelo adequado para a situação.

No caso do e-mail recebido, vamos trabalhar com a segunda opção, fazendo uma análise de dois cenários, e a partir desta análise, obter as melhores respostas sobre o rumo a seguir.

Utilizando o modelo para a segunda opção, veremos os campos relativos a todas as informações que precisamos inserir em nossa análise. Esta análise deve ser feita sem nenhuma forma de julgamento, e o acompanhamento de um Coach é sempre aconselhado para que todas as possibilidades possam ser questionadas.

Primeiramente, determinamos os pontos fortes de cada situação, e também todos os benefícios que cada uma poderá trazer ao final do processo.

Preenchida esta primeira etapa, passamos para a determinação das fraquezas de cada situação, e o que poderemos perder ou quais serão as conseqüências de cada uma ao final do processo.

Esta etapa é muito importante da parte do individuo buscar a imparcialidade, por este motivo que sempre recomendamos a participação de um Coach junto aos processos para que esta imparcialidade seja efetiva, evitando desta forma contaminar os resultados com nossos próprios desejos pessoais.

Após termos a prévia destes cenários já determinados, passaremos ao preenchimento das demais áreas da análise, as oportunidades:

Devemos avaliar todas as oportunidades existentes para ambas as situações, de forma clara e concisa, sempre atento a imparcialidade do processo.

E por fim determinamos os riscos de cada situação apresentada, de forma poder avaliar dentro de todo o quadro de análise, qual cenário obterá maior êxito no final do processo.

A partir deste momento, o papel do coach se torna primordial, para conduzir e auxiliar o individuo a obter respostas da análise, para encontrar o melhor a caminho a ser tomado. Devemos analisar de forma sistêmica, definindo quais foram os aprendizados ao fazer a análise, qual seria a melhor solução apresentada, se os cenários fossem avaliados e pesados e se é o momento de escolher definitivamente a opção mais direcionada, ou se ainda existem pontos a serem analisados, o que poderia ser feito novamente com a analise swot, podendo neste processo seqüencial, compararmos mais de duas situações, quantas forem necessárias, até chegar a um consenso comum da melhor alternativa.

Espero ter ajudado de alguma forma a responder eventuais dúvidas sobre esta fantástica ferramenta do Coaching, e caso surjam novas indagações, não deixem de comentar ou de entrar em contato pelo nosso e-mail: douglas.coach@gmail.com.

Sempre alertando, a interação destes processos, juntamente com um Coaching preparado, pode surtir efeitos fenomenais em seu desenvolvimento. Sempre consulte um Coaching de sua confiança, antes de tomar qualquer decisão que possa influenciar sua vida.

Este canal está sempre aberto para dúvidas a respeito de Coaching. Sinta-se sempre a vontade.

Abraços e sucesso sempre.

Ps.: Deixo um link do site “O Gerente“, com maiores explanações a respeito do assunto.

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A fábula do Rei e suas 4 Esposas

Era uma vez… um rei que tinha 4 esposas.
Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.
Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos.
Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.
Ele também amava sua 2ª esposa.
Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.
Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou: É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?
Então, ele perguntou à 4ª esposa:
Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.
A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.
Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:
Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?
Não!!!, respondeu a 3ª esposa.
A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
Ele perguntou então à 2ª esposa:
Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?
Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede! respondeu a 2ª esposa.
O máximo que eu posso fazer é enterrar você! Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.
Daí, então, uma voz se fez ouvir:
Eu partirei com você e o seguirei por onde você for… O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida…
Com o coração partido, o rei falou:
Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia…
Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas…
Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.
Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos…
Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.
Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar…
E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego…
Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa aonde formos…
Então…
Cultive…
Fortaleça…
Bendiga…
Enobreça…
sua Alma agora!!!
É o maior presente que você pode dar ao mundo…
e a si mesmo.
Deixe-a brilhar!!!

Era uma vez… um rei que tinha 4 esposas.

Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.

Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos.

Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.

Ele também amava sua 2ª esposa.

Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.

A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.

Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.

Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.

Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou: É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?

Então, ele perguntou à 4ª esposa:

Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?

De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.

A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.

Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:

Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?

Não!!!, respondeu a 3ª esposa.

A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.

O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.

Ele perguntou então à 2ª esposa:

Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?

Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede! respondeu a 2ª esposa.

O máximo que eu posso fazer é enterrar você! Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.

Daí, então, uma voz se fez ouvir:

Eu partirei com você e o seguirei por onde você for… O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida…

Com o coração partido, o rei falou:

Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia…

Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas…

Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.

Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos…

Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.

Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar…

E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego…

Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa aonde formos…

Então…

Cultive…

Fortaleça…

Bendiga…

Enobreça…

sua Alma agora!!!

É o maior presente que você pode dar ao mundo…

e a si mesmo.

Deixe-a brilhar!!!

Coaching na Você S/A

Saiu mais uma reportagem sobre Coaching na revista Você S/A deste mês, e vale a pena ler toda a materia.

Lições do Coaching

“Em setembro de 2007, o executivo paulistano Sérgio Averbach recebeu uma ligação da vice-presidente global de recursos humanos da Korn/Ferry, empresa especializada em recrutamento de executivos, cuja sede fi ca em Los Angeles, nos Estados Unidos. A VP de RH informou a Sérgio, que preside a companhia no Brasil, que a Korn/Ferry havia adquirido a Leader Source, o equivalente à escuderia Ferrari de coaching no mundo, e que queria lhe oferecer um treinamento especial. “Aceitei na hora. Pensei: ‘Se estão me oferecendo o treinamento, a empresa acredita em mim’. Segundo, eu devo precisar, então é melhor aceitar”, diz ele.”

Na matéria, ele fala de como foi o desenvolvimento do Coaching, e quais os beneficios obtidos durante o processo.

Confira toda a reportagem no link acima, e faça a diferença em sua vida também. Deixe um comentário com suas dúvidas, ou envie um e-mail para douglas.coach@gmail.com, para agendar uma sessão experimental de Coaching.