Arquivo do mês: março 2010

Musica Motivacional – Dias Melhores

Sou Coach. Quem é o meu cliente?

Quando pensamos, com a formação de coaching, em ajudar as pessoas a nossa volta, criamos um arquétipo de cliente que é alguém que tem problemas, e com as ferramentas e técnicas do coaching, temos as ferramentas para “ajudá-la” e solucionar esses problemas. Este pensamento limita muito o nosso campo de atuação, e acaba nos colocando diante de pessoas que realmente têm problemas, e que sem a solução destes, não consegue por muitas vezes exercer todo o seu potencial de comprometimento.

Nesta etapa, é muito comum cairmos dentro das bandeiras vermelhas do coaching, onde o processo pode travar, e desta forma, não obtendo o resultado esperado. É possível minimizar este efeito, aumentando o leque de clientes com os quais pretendemos trabalhar.
O coaching, não resolve problemas, para isto temos uma enorme gama de profissionais, como psicólogos, terapeutas, psicanalistas, entre outros. Então, o que o coaching faz? Qual o público que mais interessa ao Coach?

Vamos por partes, uma pessoa com problemas, é sim um bom cliente para o Coach, mas dentro das limitações que esta ferramenta nos oferece. Podemos aqui citar pessoas com problemas financeiros, problemas de administração de tempo, entre muitos outros, mas o foco principal do coaching, ainda não são estas pessoas. Então, voltamos a questionar quem são as pessoas que podem ter sucesso com o coaching?

Vamos a tão esperada resposta, e espero que vocês estejam prontos para verem o quão é simples encontrar um cliente para coaching. O Coaching resolve problemas? Sim, resolve problemas, mas mais do que isso, o coaching “realiza sonhos”. E qual pessoa não tem um sonho? Qual pessoa, por mais bem centrada em sua vida, seja emocionalmente, fisicamente, financeiramente, não tem um sonho, um desejo dentro de si?

Chegamos a uma conclusão fácil de observar, mas que por muitas vezes, não conseguimos ver. Com todas as técnicas e ferramentas do coaching, temos em nossas mãos a verdadeira lâmpada mágica, capaz de realizar os sonhos das pessoas que estão a nossa volta. E por mais absurdo que possa ser este sonho, se utilizarmos corretamente as ferramentas, sabermos que é possível de se realizar.

Podemos agora perceber mais claramente, que qualquer pessoa pode ser um potencial cliente de coaching, não apenas pessoas que apresentam algum “defeito”, mas também aquele nosso amigos que sonha em viajar para outro país, o vizinho que sonha em comprar um carro novo, o amigo da escola que pretende abrir um novo negócio, a mulher que sonha em ser mãe. Podemos abrir o nosso leque de opções e encontrar um cliente em cada esquina, em cada café, em cada passeio no shopping.

Uma das técnicas de abordagem para captar novos clientes, é mais simples ainda, basta uma pequena pergunta, em um encontro rápido no meio da rua: “Qual é o seu sonho?” Esta pergunta tem poder, um grande poder. Quando você descobre o sonho das pessoas, você tem abertura para oferecer as ferramentas para que este sonho se realize, e as pessoas ao responder a esta pergunta, resgatam um sentimento que por muito tempo deixou de existir, um sentimento que desperta a capacidade de realizar.

Desta forma, podemos então perceber o quanto é fácil trabalhar e divulgar o coaching, tendo uma carteira de clientes saudável e com grandes potenciais de crescimento. Espero que este artigo tenha ajudado de alguma forma a oferecer um caminho para que você, coaching de primeira viagem, buscando encontrar o seu caminho possa também realizar seus sonhos.

Abraços e Sucesso sempre, e lembrando, que qualquer informação, entre em contato através de nosso e-mail ou formulário de comentários.

Sabedoria do Jogo de Damas!

Num remoto vilarejo da Europa oriental, num dos dias de Chanuká, um respeitado rabino entrou na casa de estudos, num momento em que não o esperavam e encontrou seus discípulos jogando o jogo de damas, quando deveriam estar estudando as leis sagradas, como era o costume naqueles tempos.

Quando viram o Mestre ficaram confusos sem saber o que fazer. Pararam o jogo imediatamente. Um dos discípulos, envergonhado, tentou desculpar-se.

“Nos perdoe, Mestre. Apenas queríamos nos distrair um pouco!”

O velho fez um gesto bondoso e perguntou:

“Vocês conhecem as regras do jogo de damas?”

Como ninguém respondeu, ele mesmo tratou de responder:

“Vou lhes dizer quais são as regras.
A primeira é que não se podem fazer duas jogadas por vez.
A segunda, que somente se pode mover para frente e não para trás.
A terceira, que quando se chega lá na última fila, você está livre para ir aonde quiser.
Vocês estão aprendendo lições muito importantes sobre a nossa existência.
Prossigam em seu jogo, por favor, prossigam!”

Motivação!!!

Como Vencer a Timidez?

Como receber ofensas

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.

Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio.

Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:

– Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?

– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? – perguntou o Samurai.

– A quem tentou entregá-lo – respondeu um dos discípulos.

– O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos – disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

“A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas só podem lhe tirar a calma, se você permitir”.

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Texto diponibilizado pelo amigo David Trigueiro no grupo de Coaching em Construção

Porque as Pessoas Sofrem?

     — Vó, por que as pessoas sofrem?
     — Como é, minha neta?
     — Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
     — Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
     —Vó…
     —Oi…
     — Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.
     — É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?
     —Não, Vovó.
     — Você lembra da estorinha do Patinho Feio?
     — Lembro.
     — Então… o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
     — O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
     — Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
     — É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
     — É por isso! Viu como você é esperta?
     — Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?
     — Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?
     —O que?
     — Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
     — Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
     — Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
     — É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
     — Não entendi, minha filha?
     — Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro…
     — Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
     — Todos nós somos, querida. Em parte.
     — Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
     — Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
     — E aí viramos cisnes?
     — Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.
     — Aonde você vai?
     — Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!
     A boa vovó apenas sorriu!

Chegando a fonte dos problemas…

Depois que você conseguir ter uma visão clara sobre a origem de um desafio, problema ou necessidade, você pode tomar medidas eficazes para criar uma mudança consciente em sua vida.

Aqui, temos duas técnicas que irão lhe ajudar a acessar sua sabedoria interior, ajudando a chegar a fonte dos problemas. Quando você sabe o que é realmente importante para você, você começa a ver as coisas com mais clareza. E quando você tem clareza, suas ações começam a ter foco. A clareza de suas ideias irão também ajuda-lo a reformular toda a situação ou desafio.

Técnica 1 – A técnica do “Por que”

Utilize esta técnica simples para chegar as origens de um problema ou de uma situação conflitante. A técnica reside em se questionar persistantemente com “Porque” até chegar a uma resposta de origem real do problema ou da situação.
Veja este exemplo abaixo:

Situação: Eu quero parar de trabalhar.

1. Por que eu quero parar de trabalhar?
R. Porque eu quero parar de receber ordens sobre tudo o que devo fazer.

2. Por que eu quero parar de receber ordens?
R. Porque desta forma eu poderia fazer meu trabalho em paz.

3. Porque eu quero fazer meu trabalho em paz?
R. Por que desta forma eu poderia sentir que estou realizando algo de útil no meu dia.

Mantenha-se perguntando “por que”, até chegar ao seu valor fundamental, onde não caibam mais resposas.

No exemplo acima, essa pessoa precisa sentir que está completando projetos úteis em seu dia a dia. É neste momento em que se encontra um senso de realização dentro desta pessoa. No exemplo acima, o individuo realmente não quer um novo emprego, precisa apenas se sentir util durante o seu dia. Assim, o próximo passo é encontrar maneiras de fazer com que isso aconteça dentro de sua situação atual. Um novo emprego ainda pode ser uma opção válida, mas com este exercicio, a pessoa tem uma nova compreenssão da situação que vive.

Técnica 2 – De que forma eu poderia…?

Faça uma lista de desafios que começam com a estrutura da frase:

De que forma eu poderia _____________?

Por exemplo:

  • De que forma eu sinto que estou realizando algo todos os dias?
  • De que forma eu poderia ganhar mais dinheiro?
  • De que forma eu poderia conseguir um emprego melhor?
  • De que forma eu poderia encontrar o meu parceiro de vida?
  • De que forma eu poderia descansar mais?

Pegue qualquer situação e a coloque na estrutura das frases acima. Tome cada desafio que você está vivenciando e pergunte-se: “De que forma eu poderia?”

E depois ouvir as respostas que a SUA SABEDORIA INTERIOR lhe dá. Escreva as respostas como as obtém. Não se censure de forma nenhuma. Coloque todos os seus pensamentos em um pedaço de papel.

Este exercício ajuda a mudança que você vê que é possível, quais são realmente as opções disponíveis e quais ações você pode tomar para criar o que quiser em sua vida.

Coach Virtual

Conheçam a nova área de nosso blog, com diversas páginas interativas, exercícios e programas auto-explicativos para a prática de coaching. Através das ferramentas apresentadas, você será capa de praticar algumas ferramentas de coaching e com isso, ter uma visão mais clara do poder que o coaching pode exercer em sua vida atual, preparando você para alcançar seus objetivos.

A área Coach Virtual será sempre atualizada com técnicas e ferramentas novas, como também diversas outras informações referentes ao coaching.

Visitem todo o conteúdo já disponibilizado:

Coach Virtual

Abraços e Sucesso Sempre…

Perguntas Poderosas!

Uma vez que somos claros quanto ao que queremos criar, nós podemos projetar medidas de ação que nos permitam alcançar os nossos desejos. Através de questionamentos, podemos nos ajudar a articular exatamente o que queremos? Assim você pode sair e pegar!

A definição da palavra “causa” é uma expressão de inquérito, que convida ou solicita uma resposta. Tente alguma das perguntas abaixo para descobrir sua exploração pessoal e obter respostas que criam uma ação significativa em sua vida.

  1. Se soubesse que não falharia, e que tempo e dinheiro não fossem um problema, diga três coisas que você mais gostaria de ter, realizar, ou trabalhar no sentido de ter satisfação em sua vida?
  2. Qual mudança em sua vida faria a maior diferença positiva?
  3. O que você realmente quer?
  4. Como sua vida será diferente quando você conseguir isso?
  5. Como você saberá que tem isso?
  6. O que motiva você?
  7. O que desmotiva você
  8. O que te mantém acordado à noite?
  9. Quais são algumas das oportunidades profissionais ou de trabalho que atualmente você não está aproveitando?
  10. Quais são as três coisas que você gostava de fazer quando criança? Isso é parte de sua vida hoje? Se não, porquê?

Estas questões podem ser usados como um trampolim para o desenvolvimento pessoal e profissional. Eles não são destinadas a ser inclusivo ou onisciente. Mas, antes que se possa criar um plano de ação, é preciso ter a consciência do quanto que é importante para você e o que você deseja criar.

Uma vez que você teve uma chance de responder a estas perguntas, pergunte-se: Você notou qualquer diferença no seu modo de pensar? Você sentiu alguma resistência para responder a qualquer das perguntas acima? Quais mudanças você está disposto a fazer com base no que você aprendeu, respondendo a estas perguntas?