Arquivo do mês: abril 2010

A Força do Exemplo…

As sandálias do discípulo fizeram um barulho especial nos degraus da escada de pedra que levavam aos porões do velho convento. Era naquele local que vivia um homem muito sábio. O jovem empurrou a pesada porta de madeira, entrou e demorou um pouco para acostumar os olhos com a pouca luminosidade.

Finalmente, ele localizou o ancião sentado atrás de uma enorme escrivaninha, tendo um capuz a lhe cobrir parte do rosto. De forma estranha, apesar do escuro, ele fazia anotações num grande livro, tão velho quanto ele.

O discípulo se aproximou com respeito e perguntou, ansioso pela resposta:

– Mestre, qual o sentido da vida?

O idoso monge permaneceu em silêncio. Apenas apontou um pedaço de pano, um trapo grosseiro no chão junto à parede. Depois apontou seu indicador magro para o alto, para o vidro da janela, cheio de poeira e teias de aranha.

Mais do que depressa, o discípulo pegou o pano, subiu em algumas prateleiras de uma pesada estante forrada de livros. Conseguiu alcançar a vidraça, começou a esfregá-la com força, retirando a sujeira que impedia a transparência.

O sol inundou o aposento e iluminou com sua luz estranhos objetos, instrumentos raros, dezenas de papiros e pergaminhos com misteriosas anotações.

Cheio de alegria, o jovem declarou:

– Entendi, mestre. Devemos nos livrar de tudo aquilo que não permita o nosso aprendizado. Buscar retirar o pó dos preconceitos e as teias das opiniões que impedem que a luz do conhecimento nos atinja. Só então poderemos enxergar as coisas com mais nitidez. Fez uma reverência e saiu do aposento, a fim de comunicar aos seus amigos o que aprendera.

O velho monge, de rosto enrugado e ainda encoberto pelo largo capuz, sentiu os raios quentes do sol a invadir o quarto com uma claridade a que se desacostumara. Viu o discípulo se afastando, sorriu levemente e falou:

– Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga. Afinal, eu só queria que ele colocasse o pano no lugar de onde caiu.

Pense em como aquilo que você faz todos os dias, está influenciando os outros. Por isso, aja sempre no bem. Faça as coisas corretas, começando pelas pequenas coisas como, por exemplo, manter limpa a cidade. Seja você aquele que não joga papel no chão. Coloque-o no bolso, na bolsa, num lugarzinho no chão do carro. Quando passar por uma lixeira, deposite-o ali.

Seja você aquele que respeita os sinais de trânsito. Não estacione seu carro sobre a calçada. Não estacione em fila dupla. Respeite as filas de ônibus, do banco, do supermercado, em qualquer lugar. Espere a sua vez sem reclamar nem xingar. Preserve a paz. Não arranque flores dos jardins públicos, mesmo que seja para plantar em sua casa, em seu jardim. Preserve o que é de todos.

Enfim, dê o bom exemplo em tudo. Ao seu lado, sempre haverá uma criança, um jovem, um adulto, alguém enfim que se achará no direito de fazer o que você faz, principalmente se você for alguém que ele respeita, como o pai, a mãe, o professor, o melhor amigo, o político conhecido na cidade. E lembra-se: mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga.

Texto cedido e divulgado no Grupo de Coach: Coaches em construção

As 7 Leis Universais – Parte 2

Lei da Natureza / 1º

Codifica o DNA de todos os seres vivos e estrutura dos corpos físicos. Condutas instintivas de cada espécie, sentido de sobrevivência e procriação, gerar, manter e defender sua vida.

Age sobre os corpos físicos de todos os seres vivos na densidade da matéria onde se encontram as mais baixas vibrações do Universo. Organiza os átomos em moléculas, as moléculas em proteínas, as proteínas em células, as células em tecidos, os tecidos em órgãos, e os órgãos se estruturam para dar forma ao corpo manifestando a perfeição da Natureza na diversidade dos corpos vivos. A Lei da Natureza é uma programação automática de origem divina contida nos códigos genéticos de cada espécie. Organiza os diferentes corpos, determina por quanto tempo serão úteis, suas funções, os mecanismos para sua reprodução, mantendo e protegendo. Formam um gigantesco organismo vivente, que se chama Universo. Cada Ser tem seu próprio nível de consciência que é experimentado em um corpo material.

Os corpos contêm a consciência que experimenta a vida e assim compreende a razão do Universo em um processo de evolução que leva a Perfeição e a Sabedoria depois de muitas encarnações.

Existe uma programação automática que é transmitida por herança nos códigos genéticos de cada espécie chamada instinto que não necessita de consciência do Ser para existir. Sua principal função é gerar, manter e defender a vida, controlando todos os processos vitais. A reação automática do instinto é simples e binário, desenhado para não permitir dúvidas de posições intermediárias:

  • Sim / não
  • Fujo / ataco
  • Ajo / reajo
  • Gosto / não gosto

Para gerar a vida em cada corpo a natureza usa a atração automática que o leva a buscar e conseguir em sua espécie a companheira para procriar. Se a atração for mútua, indica que há a compatibilidade para gerar a vida. Essa lei se manifesta na atração sexual, que se sente ao reconhecer companheira em potencial. Para manter a vida em cada corpo, natureza usa o desejo automático que o impulsiona a buscar e conseguir o que deseja para viver. Se estiver com fome, sede, terá capacidade para reconhecer o alimento que necessita, e o meio natural de sua espécie.

Para defender a vida em cada corpo, a natureza usa o medo automático de perdê-lo, que o impulsiona a fugir ou defender-se. Manifesta-se como uma força ou energia adicional produzida pela adrenalina para responder adequadamente a situação. Em cada corpo organizado pela Lei da Natureza existe uma consciência que evolui em um processo de aprendizagem sucessiva que se chama Vida. Todas as consciências individuais percorrem o mesmo caminho para a Sabedoria, mas se encontram em diferentes níveis de evolução. O Ser Humano só aprende e evolui relacionando-se com os outros homens. O que vale na vida são as relações e não as crenças.

Com a Lei da Natureza, o Criador desenha a diversidade do Universo para que a consciência evolua. Diferentes raças, em diferentes lugares e climas, expostas a diferentes situações e culturas permitem o controle da diversidade. Homens diferentes, com níveis de consciência diferentes se comportam de maneiras diferentes, permitindo as relações de aprendizagem. Somente através destas relações com os outros a consciência evolui. Aí se manifestam as diferentes personalidades que desenvolvem a arte, a ciência e a indústria, ou estimulam a revolução e ao caos social.

Os instintos organizam as respostas automáticas dos corpos que abrigam essas consciências, para que funcionem perfeitamente.

Quando um Ser vivo viola a Lei da Natureza, sente dor ou mal estar. Esta violação é permitida por uma das Leis hierarquicamente Superiores com algum propósito de evolução gerado ou algum processo de destruição que diminui a força vital no organismo e a qualidade de vida que se experimenta. Nos primeiros níveis de evolução personalidades primárias são desenvolvidas para viverem processos que desenvolvam a consciência. Suas reações nesses níveis são quase que totalmente instintivas e agressivas. Isso prejudica o relacionamento com os outros e produz sofrimento. Ao tentar evitar isso, toma consciência e evolui. Uma consciência evoluída domina seu instinto automático e não causa um comportamento agressivo aos demais.

Lei da Harmonia / 2º

Regula o equilíbrio, os ciclos e ritmos que permitem que diferentes tipos de vida se desenvolvam simultaneamente. Estão codificadas automaticamente nos instintos dos mamíferos, nos sistemas límbicos.

  • São criadas emoções de agrado e desagrado;
  • O que gera a harmonia e permite as reações equilibradas entre as espécies, produz agrado;
  • O que impede a existência simultânea de diferentes tipos de vida produz desagrado;
  • O que agrada, repete-se; o que desagrada, evita-se.

Com o homem a harmonia é conseguida com calma e consciência ao longo da vida. Armazena na memória intelectual os diferentes conceitos aprendidos como beleza e arte.
A Harmonia também se codifica na memória psicológica como resultado dos diferentes eventos que produzem sentimentos, tais como:

Aceitação ou rejeição
Prazer ou de trauma.

  • “Estes conceitos ou lembranças, permitem que o homem possa estabelecer uma reação de equilíbrio entre dar e receber”;
  • Produz prazer e harmonia;
  • A Lei da Harmonia regula o ciclo e ritmos de tudo que existe, sincronizando e permitindo as reações da diversidade;
  • Usa o tempo para delimitar os diferentes processos;
  • Sincronizando suas interações e permitindo que todos possam acontecer ao mesmo tempo, simultaneamente;
  • Determina a seqüência de movimentos;
  • Estabelece as relações entre todas as seqüências produzidas pela diversidade;
  • Proporciona a organização e a distribuição para que tudo que existe ocupe o lugar que lhe corresponde;
  • Manifesta – se na diversidade que se mantém e convive sem se destruir.

Reconhecemos sua ação na interação dos reinos da natureza para manter a vida e as estações, também na perfeita relação entre as espécies. Manifesta-se na União e na tolerância entre os seres da mesma espécie e de outras entre si.
A harmonia está presente em tudo aquilo que se gosta e traz satisfação, pois é desta forma que reconhecem o equilíbrio que a natureza exige para manter o processo onde diferentes forças ou energias coexistem.

O homem se encontra dentro da Lei da Harmonia quando tem boas relações com as outras pessoas, quando existe a sensação de agradar, ser cordial, amável e gentil.

Lei da Correspondência / 3º

A Lei da Correspondência ou Lei da Ordem é a que organiza: onde, como, para quem e até quando uma determinada experiência tem que ser vivida.

  • Os seres humanos encontram – se em diferentes níveis de evolução espiritual, dependendo do numero de experiências vividas desde sua emanação de Deus e da compreensão que adquiriu;
  • Cada Vida é um curso de aprendizagem, cada vez as experiências são mais complexas e assim vai subindo na hierarquia do Universo;
  • No primeiro nível de consciência vivemos experiências que permitem controlar nossos instintos agressivos e emoções animais; No segundo nível desenvolvemos sentimentos, sensibilidades através de experiências para aprender o valor da vida;
  • No terceiro nível aprendemos que para ser feliz devemos ter relações harmônicas com os outros. As maiorias dos encarnados na terra estão para aprender o respeito, a tolerância e as raízes mais profundas destes ensinamentos. Iniciam dentro de casa, nas relações entre a família que compreende o primeiro círculo, os familiares e amigos mais próximos no segundo círculo e outras interatividades que formam o terceiro círculo;
  • Não se culpa nem se julga ninguém pelo que acontece;
  • A Lei da Correspondência determina o lugar de nascimento, as condições sócio-culturais necessárias para produzir as experiências de aprendizagem que correspondem ao individuo que vai encarnar segundo o nível em que se encontra. •Determina a família em que vai nascer e o tipo de corpo e sexo correspondente á experiência desta vida;
  • Determina a não existência da injustiça quando estabelece que existe uma correspondência entre o nível de consciência relacionado com as circunstâncias em que se está vivendo.
  • Cada indivíduo está relacionado com os acontecimentos de sua vida, e cada um tem exatamente o que precisa para aprender o que veio aprende no presente;
  • Cria as circunstâncias para que se manifeste um determinado evento, em um lugar. De maneira que ao afetar uma série de pessoas permita aumentar a compreensão sobre o Universo;
  • Podemos compreendê-la quando observamos que o Planeta não é uniforme, que existem diferenças. Sociedades diferentes, climas diferentes, diferentes níveis de respeitos e consciências;
  • Não há casualidade;
  • Cada ser pode escolher entre aceitar todos os eventos da vida como necessário para evolução ou lutar contra eles recebendo um caminho de sofrimento sempre que não aceita o que acontece;
  • Sempre que um indivíduo não consegue mais aprender no lugar ou na circunstância em que se vive, ocorre uma mudança de situação que o leva a um novo processo de aprendizagem; sempre acontece o que tem que acontecer, o que não tem não acontece. Portanto não há nada a temer;
  • A lei da correspondência regula o destino de cada ser. Determina as experiências que se deve viver, para compreender algo que permita que a sua consciência evolua tornando-o mais sábio.

Lei da Evolução / 4º

  • Só é possível medir uma força se houver resistência;
  • Permite levar um nível a um processo evolutivo, quando tiver aprendido o que cada nível tem a oferecer.
  • O ser humano que atinge o 4º nível de consciência já controla todos os seus instintos e já aprendeu a ter reações harmônicas, respeitosas e tolerantes com os demais;para poder evoluir é preciso transformar as dificuldades existem para permitir pequenas compreensões que conduzem ao encontro das verdades universais.
  • Essas leis controlam os erros que se cometem ao usar o livre arbítrio
  • As circunstâncias difíceis se repetem na vida até que se aprenda com elas; A Lei da Evolução se manifesta nas circunstâncias desagradáveis da vida, na dor, no sofrimento, na angústia e em tudo que acreditamos que seja injustiça e desagrada;
  • Permite ao homem violar as Leis da Natureza, Harmonia e Correspondência, destruindo o meio ambiente, causando doenças, epidemias e pragas;
  • Permite ao desequilíbrio absurdo e ao caos. Criando circunstância oposta as leis inferiores;
  • Permite que existam as intrigas, as guerras, a violência e o ódio.
  • Permite que os povos se desorganizem e as estruturas sociais, as empresas e as famílias se rompam;
  • A Lei da Evolução aproveita o enfrentamento dos opostos;
  • A confrontação dos conceitos, crenças, costumes, cultura, sentimentos e emoções;
  • Desta forma permite – se que os seres reencontrem o equilíbrio quando reconhecem e compreendem as mesmas leis que violaram;
  • Na lei da evolução o ser humano aprende tudo àquilo que não sabe;
  • O destino é formado por experiências que a consciência deve viver para compreender as leis e a essência do Universo;
  • As dificuldades se apresentam para serem superadas e permitir compreensões que são partes de um processo de evolução;
  • Tudo que dá trabalho para fazer, o que é difícil, faz parte do destino e é o que vamos aprender;
  • Quando se esta dentro da Lei da Evolução compreende-se que os problemas são oportunidades de aprendizagem. E quando permitimos, entendemos e respeitamos as situações de aprendizagem dos demais;
  • Existem seres que por estarem em um nível de evolução muito primário, não desenvolveram ainda, nenhum tipo de sentimento pelos demais e são totalmente ignorantes das leis universais e humanas;
  • Cumprem uma função importante na evolução, pois geram as experiências difíceis que as pessoas necessitam para conhecer e compreender a lei;
  • Em um nível mais alto estão os indivíduos que desenvolveram suas sensibilidades mas que não conhecem as leis universais. Importam-se com os outros, e pouco com eles mesmos. Tentam sempre interferir nas vidas alheias, acreditando estar fazendo o bem;
  • Em um nível ainda mais alto encontram-se os seres que compreendem as leis e respeitam as experiências alheias. Não se envolvem, pois compreendem que sempre ocorre o que é preciso para evoluir. Entregam a informação que serve para as outras pessoas se situarem e se transcenderam a níveis de maior satisfação;
  • Depois vêm outros seres que estão em um nível acima da evolução. Não culpam ninguém por nada e agradecem os problemas como oportunidade de aprendizado;
  • A vida é um processo de transformação em que primeiro desenvolve a sensibilidade e depois pouco a pouco as leis do Universo vão sendo descobertas. Tudo acontece em um processo de evolução e que não é nem bom nem mal.

Lei da Polaridade / 5º

Regula a maneira em que as duas forças fundamentais do universo se equilibram temporariamente para que a criação se manifeste.

  • A oposição entre a força positiva e negativa gera a oposição que é a base do Universo;
  • Sua tensão promove a energia elétrica;
  • A oposição entre as duas forças contrárias. A centrífuga expansiva e a centrípeta compressora dão lugar à força magnética;
  • A força gravitacional permite o movimento;
  • A tensão produz a densidade da matéria, o volume, a massa e o peso;
  • A freqüência de choque de dois pontos com polaridade contrária produz a vibração que dá lugar à temperatura;
  • Duas forças opostas e complementares que se atraem. Próton e elétron para formar o átomo e desta forma, toda a matéria;
  • Os átomos se atraem entre si pra formar as moléculas;
  • Através da polaridade, dá-se origem a diversidade;
  • Graças à polaridade, existe o movimento, o tempo;
  • O volume que permite ao homem um cenário de experimentação sensorial e mental.

Lei da Manifestação / 6º

  • Permite que a unidade indiferenciada e homogenia manifestem a criação por ressonância de si mesma. Ao fazê-lo, a causa de tudo manifesta as duas forças fundamentais dando lugar ao heterogêneo, à vibração, a densidade e o ritmo pendular que define o equilíbrio temporal;
  • A lei da manifestação regula como a mente do todo manifesta por ressonância espíritos semelhante a si próprio, para criar, experimentar em sua própria mente a finalidade de compreender o Universo;
  • Os espíritos emanam de Deus vibram lentamente até densificar na matéria em uma viagem evolutiva;
  • O processo evolutivo serve para compreendermos que o amor é o principio e o fim do Universo;
  • Com essa compreensão, os espíritos vibram cada vez mais rápido em direção à Deus.

A vida é uma sucessão de experiências para permitir ao Ser Humano compreender que todo Universo se sucede por amor. Quando isso acontece, a mente do Ser Humano se liberta da necessidade de experimentação da vida e volta à Deus.

Lei do Amor / 7º

Compreende que todo Universo foi feito por Amor e é Amor. Como qualidades temos a singularidade, apolaridade, a causa primeira de todas a coisas, ou seja, Deus.

(Texto retirado do site: http://www.7leis.com) – Parte 2

As 7 Leis Universais

As sete Leis Universais unem a ciência, a arte, a religião, a filosofia e a teologia em uma só unidade orgânica, em um só conceito que produz uma visão unitária do funcionamento do Universo.

O céu é realmente a chegada na parte superior do processo, quando já não existe mais possibilidade de sofrimento, porque nesse nível de consciência o triângulo inferior já foi superado. As leis inferiores que regem o inferno da vida, já não operam mais. Sob a ação direta da Lei da Evolução onde há diferentes circunstâncias de aprendizagem que suportam a dor física e o sofrimento emocional. O céu e o inferno não são lugares físicos, e sim mentais que determinam um estado interno e uma atitude frente à vida de sofrimento… Ou de prazer!

Os Seres Humanos, suas organizações e processos são regulados por essas Leis Universais. Tudo o que acontece esta determinado por uma destas Leis. Tudo o que existe tem um propósito perfeito. Os eventos que não entendemos como as doenças incuráveis. A violência e a deteriorização da sociedade não existem por casualidade, mas porque são regidas por essas Leis. Conhecer, entender e aceitar as Leis Universais que regem os processos de civilização permite ver que cada Ser Humano é parte de um processo de Evolução Universal, um elo na cadeia que vai desde o maior até o menor, do mais sutil ao mais denso, explica o presente e permite encontrar uma nova direção ao futuro. Essa compreensão produz ao indivíduo a segurança de avançar para uma nova forma de civilização mais harmônica e com mais satisfações para toda a humanidade. Traz também para cada Ser Humano as ferramentas para preencher sua vida de harmonia e felicidade.

Regem a criação e organização do Universo através de um processo de transformação e mudança permanente para todos os seres vivos, sempre ascendente.

  • Tudo tem um propósito e uma função especifica;
  • Perfeitas, eternas e imutáveis, sem exceções;
  • Quanto mais alto a lei estiver na pirâmide, maior quantidade de informações contém;
  • As leis superiores atuam sobre as leis inferiores

As Sete Leis estão divididas em 2 grupos fundamentais:

Três leis regem a parte inferior – Inferno da vida

A Lei da Natureza organiza o corpo físico e seus processos intuitivos para que ao funcionar perfeitamente possa conter uma consciência que evolui eternamente.

A Lei da Harmonia rege as margens do desequilíbrio necessário para que tudo se organize e exista durante um tempo e depois mude para gerar outro processo. Regula os ciclos de tudo que existe.

A Lei da Correspondência determina a duração das experiências, o local onde são produzidos, os limites entre os processos simultâneos entre os diferentes indivíduos. Determina quando a consciência está suficientemente madura para subir de um nível para outro de aprendizagem. Conhecida como Carma ou destino.

A Lei da Evolução encontra-se entre a parte inferior e superior; determina a ordem e a razão dos processos em que a consciência está submetida, ou seja, determina os erros que existem para se aprender com eles. A lei da Evolução permite transgredir as 3 primeiras leis e permite o livre-arbítrio.

Três leis regem a parte superior – Céu da vida

A Lei da Polaridade rege a relação e o movimento entre o masculino e o feminino e todas as forças opostas para gerar a criação.

A Lei da Manifestação diz que todas as coisas criadas devem existir primeiro na mente de Deus. Esta lei determina a passagem dessas idéias intangíveis para que se manifeste em um Universo tangível.

A Lei do Amor dá origem a todas as outras leis e contém toda a informação do Universo codificada para levar a consciência e a compreensão de que tudo acontece por amor.
O amor é a faísca que anima tudo que existe, é apolar.

Conclusão:
O trajeto de base ao topo da pirâmide é o processo necessário que a consciência deve percorrer para corresponder, para compreender a criação e a perfeita ordem do universo.
As leis são aplicadas a tudo que existiu, existe ou existirá em tudo que se manifesta, que foi gerado em todos os níveis, vibrações, dimensões e realidades.

(Texto retirado do site: http://www.7leis.com) – Parte 1

Porque as pessoas gritam???

Mahatma Gandhi

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

–  Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

– Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.

– Mas, por que gritar  quando a outra pessoa está ao seu lado? Questionou novamente o pensador.

– Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar: – Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu: – Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida?

O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?

Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.

É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo:  “Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras  que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”

Que seus dias sejam repletos de amor e paz!

Uma Explicação sobre Coaching

Um Conto de Pescador

Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento, trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e lhe perguntou quanto tempo levara para pescá-los.

– Pouco tempo – respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante. O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades imediatas de sua família.

O americano voltou à carga:

– Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?

O mexicano respondeu:

– Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com os meus filhos, tiro a siesta com minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho e toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, senhor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:

– Eu sou formado em administração de empresas em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia diretamente à uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.

– Mas senhor, quanto tempo isso levaria? – perguntou o pescador.

– 15 ou 20 anos – respondeu o americano.

– E depois, senhor?

O americano riu, e disse que essa seria a melhor parte:

– Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito rico.  Ganharia milhões.

– Milhões, senhor? E depois?

– Depois – explicou o americano – você se aposentaria. Mudaria para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco,brincaria com os seus netos, tiraria a siesta com a sua esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia tomar vinho e tocar violão com os amigos…