Arquivo do mês: maio 2010

Dica de Livro – Life Coaching

Este é um livro que se torna primordial para o individuo que deseja alcançar suas metas e objetivos:

Fernão Capelo Gaivota

Uma gaivota de nome Fernão decide que voar não deve ser apenas uma forma para a ave se movimentar. A história desenrola-se sobre o fascínio de Fernão pelas acrobacias que pode modificar e em como isso transtorna o grupo de gaivotas do seu clã. É uma história sobre liberdade, aprendizagem e amor.

A primeira parte do livro mostra o jovem Fernão Capelo Gaivota frustrado com o materialismo e o significado da conformidade e da limitação da vida de gaivota. Ele é tomado pela paixão pelos vôos de todos os tipos, e sua alma decola como os seus experimentos e emocionantes triunfos de ousadia e feitos aéreos. Eventualmente, a sua falta de conformismo à limitada vida de gaivota leva-o a entrar em conflito com o seu bando, e os virar contra ele. Ele torna-se um maldito. Não por isso, Fernão continua seus esforços para atingir objetivos e vôos mais altos, muitas vezes bem sucedidos, mas eventualmente sem conseguir tanto quanto desejaria. Ele é, em seguida, encontrado por duas radiantes gaivotas que explicam-lhe que ele já aprendeu muito, e que agora elas estão lá para ensinar-lhe mais. Ele então passa a segui-las.

Na segunda parte, Fernão transcende a uma outra sociedade onde todas as gaivotas desfrutam da paixão pelo vôo. Ele só é capaz de praticar essa habilidade após duras horas de muito treino de vôo. Nesta outra sociedade, o respeito real surge em contradição com a força coercitiva que estava mantendo o antigo bando junto. O processo de aprendizagem, que liga os professores altamente experientes aos aluno dedicados, é aumentado a quase um nível sagrado, sugerindo que esta pode ser a verdadeira relação entre homem e Deus. O autor considera que certamente humano e Deus, independentemente de todas as enormes diferenças, estão compartilhando algo de grande importância que podem vincular-los juntos: “Você tem de compreender que uma gaivota é uma ilimitada idéia de liberdade, uma imagem da Grande Gaivota “. Ela sabe que você tem que ser fiel a si mesmo.

A introdução à terceira parte do livro é composta pelas últimas palavras da professora de Fernão: “continuar trabalhando para amar”. Nesta parte Fernão entende que o espírito não pode ser verdadeiramente livre sem a capacidade de perdoar, e o caminho do progresso passa pela capacidade de tornar-se um professor – e não somente pelo do trabalho árduo como um aluno. Fernão volta para o antigo bando para compartilhar suas idéias e as suas descobertas recentes e grande experiência, pronto para a difícil luta contra as atuais normas da referida sociedade. A capacidade de perdoar parece ser uma obrigatoriedade para a condição de passagem.

“Vocês querem voar tão grande a ponto de perdoar o bando, e aprender, e voltar a eles um dia e trabalhar para ajudá-los a se conhecer?” Fernão pergunta ao seu primeiro estudante antes de iniciar as conversações. A idéia de que os mais fortes podem atingir mais por deixar para trás os mais fracos amigos parece totalmente rejeitada.

Daí, o amor e o perdão merecem respeito e parecem ser igualmente importantes para libertar-se da pressão de obedecer às regras apenas porque são comumente aceitas.

Compartilhando Informações…

Recebi estes dias um comentario, que vou dividir com vocês:

ola to fazendo um trab pra faculdade sobre coaching e alem do ceminario sobre coachig o prof quer que seja dramaizado uma sessao de coaching,como poderia fazer isso? quais perg eu poderia fazer representando um coaching? me ajudem

Bem, depois de responde-lo, achei interessante dividir também esta resposta, pos pode auxiliar a muitas pessoas que tenham a mesma necessidade. E espero que continuem perguntando, pois é sempre um prazer ajudar.

Resposta:

Fico feliz em poder ajuda-la em seu trabalho escolar. Primeiro, precisamos levantar alguns pontos importantes, que dependendo de sua pesquisa, você já deve ter conhecimento, mas é sempre bom uma preparação sobre o que você esta falando.

O Coaching é um facilitador, o seu principal papel, é proporcionar ao seu cliente que ele estabeleça um ponto incial, onde se encontra, e um ponto final, onde deseja chegar. Após isto determinado, o Coach, juntamente com o individuo, irá estabelecer quais os melhores caminhos para que ele consiga, de onde está, chegar ao seu objetivo final, trabalhando para isso com suas competencias, qualidades e valores, aliado a uma gama de ferramentas que irão proporcionar ao cliente uma auto-analise de sua vida atual, e uma projeção de sua vida futura.

No seu pedido, encontramos a verdadeira chave de funcionamento do Coaching, o que mostra que você realmente pesquisou sobre o assunto em questão. É muito importante saber o que perguntar e como perguntar, pois as perguntas que fazem com que o individuo tenha uma reflexão sobre suas atitudes.

Qual será a situação desta representação? Vocês já tem um programa previamente pronto dos assuntos que irão tratar? Se for a representação de uma primeira sessão, o principal dela é você estabelecer uma empatia com o cliente, e buscar qual o seu real motivo de ter procurado um coach. A partir destes questinoamentos sobre a intenção, é importante começar a definir uma estrategia de como alcançar o objetivo, e todo este processo é baseado em perguntas que possam fazer com que o cliente reflita sobre as melhores formas de se chegar ao seu objetivo.

Uma coisa importante determinar, é que o coach nunca determina nada, não sugestiona, e principalmente, não julga. Todo o processo depende exclusivamente do cliente, de forma que ele possa encontrar as melhores formas de conseguir seu intento, e o papel do coach é tornar este caminho mais tranquilo, identificando os possiveis problemas que possam surgir, e atraves de questionamentos, fazer com que o cliente veja como resolver.

Espero ter sido claro na resposta, e caso eu possa ajudar em mais alguma coisa, entre em contato que responderei com muito prazer.

Abraços e sucesso sempre…

A Importância do Coaching…

Existe uma antiga fábula publicada no livro A Águia e a Galinha, que fora escrito pelo Teólogo Leonardo Boff, que narra a historinha de um naturalista que após inúmeras tentativas, consegue fazer com que uma águia descubra sua real capacidade de realizações, pois antes disso, a mesma desconhecia totalmente essas capacidades, devido ter sido criada desde filhote na condição de galinha por um fazendeiro, então ela sempre acreditou e agiu como tal, ou seja, em sua mente e em seu contexto ela só sabia ser galinha, portanto, não voava, não caçava e sempre viveu dentro de um galinheiro ciscando e comendo milho.

Esse exemplo ilustra com bastante simplicidade, a capacidade de facilitar a evolução de um indivíduo, para que o mesmo consiga desenvolver e alcançar suas metas de resultados (individuais ou numa equipe). E essa capacidade de facilitação, é uma característica vital para os líderes dentro das organizações que almejam estar no estado descrito por Peter Senge como “A empresa que aprende”.

Porém conforme mostra a fábula da Águia e a Galinha, fazer com que as pessoas descubram seus potenciais, pode ser enormemente difícil e desafiador, pois a grande maioria de nós está condicionada pela sociedade apenas para ter resultados medianos e fazer apenas coisas específicas de seus mundinhos, fazendo com que muitas vezes, sejamos verdadeiros “imbecis especializados” conforme narra Domenico De Masi em seu livro o Ócio Criativo.

Essa facilitação da autodescoberta de potenciais é o cerne que sustenta as atividades de uma figura muito comum atualmente: O Coach, que muitas vezes é lembrado como um técnico ou treinador de alguma equipe, porém, comumente as pessoas desconhecem o real significado de ser um Coach para um time ou para um indivíduo.

Portanto, é crucial lembrar que a palavra Coach, devido a sua etimologia, significa algo como: “Veículo (meio) para o transporte de pessoas”, ou seja, por natureza, um Coach é o meio que facilita as pessoas a alcançarem seus objetivos.

Claro que existe atualmente, uma gama de técnicas e mantras organizacionais para desenvolver nossa habilidade para a facilitação ou Coach em nossas organizações e para ilustrar isso, cito abaixo algumas dessas habilidades e técnicas primordiais para um bom Coach:

  • Fazer o estímulo e manutenção da confiança;
  • Disseminar o compartilhamento de idéias através da cooptação ao ecossistema em questão;
  • Aplicação de técnicas para facilitar a comunicação, principalmente almejando a remoção dos ruídos nos diferentes canais nas organizações;
  • Promover o estado de aprendizado contínuo nas pessoas (inclusive em você mesmo!)
  • Estimular a melhoria contínua nos indivíduos recebedores e fornecedores do Coach;
  • Desenvolver o comprometimento com as metas em todos os indivíduos do grupo;
  • Ter capacidade para escalar resultados através da formação de multiplicadores do Coaching, ou seja, o famoso Coaching dos Coaches;
  • Identificar e ter meios que facilitem a remoção de impedimentos e conflitos;
  • Manter o constante feedback de resultados em todos os níveis de necessidade;
  • Criar quando necessário, o espírito de auto-organização nas equipes;
  • Fomentar a constante motivação do grupo;
  • Reconhecer e desconstruir os mecanismos de defesas em quem recebe o Coach;
  • Ter meios (técnicos, cognitivos, ou lúdicos) para alavancar os conhecimentos e experiências;

Porém, acima de todas essas habilidades supracitadas, algumas experiências positivas dentro das organizações, me fazem acreditar que todos nós temos a capacidade de sermos ótimos Coaches, pois pela a natureza humana e pela própria necessidade de evolução da nossa espécie, obrigatoriamente exercitamos a ato de receber ou fornecer Coach. Por exemplo: Sabia que o primeiro Coach que você recebeu em sua vida, foi feito pelos seus pais? Pois eles de maneira mais paciente possível, lhe mostraram e incentivaram a descobrir que você podia aprender a andar, falar, pensar, crescer, etc.

E sabe o que é melhor disso, você um dia também fornecerá (ou já forneceu) esse Coach para alguém, ou seja, todos nós temos a capacidade natural de ser Coach/Facilitador, só precisamos exercitar e desenvolvê-la noutras áreas de nossas vidas, por exemplo: em nossas organizações, dentro de nossas equipes ou dentro de nossos projetos. Portanto, espero que esse breve texto, lhe ajude a visualizar essa sua capacidade e lhe estimule a aplicá-la também em suas relações de trabalho, sejam elas de qualquer tipo. Obrigado e até a próxima.

Este artigo foi emprestado do site: http://www.infoq.com e seu autor é: Manoel Pimentel Medeiros, CSP

Livros dedicados ao Coaching

A algum tempo, um visitante me perguntou sobre dicas de livros para um coach, e após uma breve pesquisa, selecionei alguns titulos que podem ser interessantes, para o estudo e o aperfeiçoamento dentro da carreira. Baseado nisso, começarei com uma série de artigos com dicas de livros, a começar por um titulo muito interessante:

A Nova Visão do Coaching na Gestão por Competências

Como desenvolver competências na prática, diminuindo subjetividades e ajustando o foco.

Autor: Paulo Roberto Menezes de Souza
Editora: Qualitymark

Falar sobre coaching está na moda, mas são poucas pessoas que efetivamente sabem como fazer de forma séria e alinhada aos resultados estratégicos da organização. Com grande experiência sobre o assunto, o autor Paulo Roberto Menezes de Souza traça um caminho bastante amadurecido das relações positivas que um líder deve e pode estabelecer com suas equipes e faz desta obra um instrumento de conhecimento, motivação e inspiração para que possamos tornar nossas vidas empresariais e pessoais um sucesso.

A obra explica de forma simples e clara a aplicabilidade do coaching e desta ferramenta de gestão de equipes, e principalmente, de fazer uma auto-avaliação de como estamos progredindo e sendo vistos por nossas equipes.

Toda a estrutura deste livro foi concebida de maneira prática com exemplos e exercícios trabalhados ao longo do livro. Ao final de cada capítulo existe um pit stop, que são intervalos para se pensar no que foi detalhado e montar um plano de ação com exemplos do seu dia- a- dia sobre questões como o mapeamento de competências organizacionais e de funções, como manter a equipe e a si mesmo em padrões de alta performance, como inspirar e comprometer a equipe na direção de um propósito, como manter a empresa aprendendo e, assim preparada para competir e várias outras questões de grande importância para qualquer líder.

O leitor tem em mãos efetivamente uma ferramenta para preparar a pessoa que fará o coaching, que é o coach, e que é o próprio Gestor de Pessoas. Assim, sua empresa terá efetivamente uma Gestão por Competências.

A Nova Visão do coaching na Gestão por Competências está estruturada de forma inteligente e estratégica, ao pé-da-letra.