Arquivo do mês: abril 2012

Aprendendo com a Natureza (#coach #indio #diadoindio)

Nesta data especial (19/04) comemoramos o dia do Índio. Muito se pode aprender com esta cultura milenar. Desde os primórdios, os indígenas de nosso país desenvolveram sua cultura de sobrevivência, enfrentando os desafios da natureza com muita sabedoria e conhecimento. Suas lendas, fábulas e vivências, demonstram um alto grau de inteligencia e raciocínio, bem como destreza, força e beleza incomparáveis. Vamos compartilhar em homenagem a estes bravos sobreviventes de nossas raízes algumas lendas ricas em detalhe e simbolismo, e através desta leitura, captar toda a energia positiva que delas emanan, transformando em combustível para nossa própria sobrevivência.

ANHANGÁ

É um gênio andante, espírito arredio ou vagabundo, destinado a proteger os animais das matas. Ele aparece sob a figura de um veado branco, com olhos de fogo. Quando um caçador persegue um animal que está amamentando, corre o risco de ser atacado pelo Anhangá.

O BOITATÁ

É uma cobra de fogo “boiguaçu”, que aparece deslizando pelas matas, espalhando clarões na noite. Quando morre, espalha uma luz que tem na barriga pela escuridão da noite carregada pelo vento. Essa luz é proveniente dos olhos dos animais de que ela se alimenta, principalmente dos gatos, que ela digere, mas conserva a luz. Às vezes o boitatá anda a pé, como um fantasma branco e transparente, de olhos grandes e furados, assustando animais e viajantes.

O BOTO

É o mais importante habitante encantado do rio Amazonas. Nas altas horas da noite, propriamente à meia noite ele se transforma em gente.

Anda em cima dos paus das beiradas do rio, de preferência sobre os buritizeiros tombados nas margens.

Veste roupa branca e usa um chapéu branco para ocultar uma abertura no alto da cabeça por onde sai um forte cheiro de peixe e hálito de maresia. Ele aparece nas festas tão elegante que encanta e seduz as donzelas. Dança a noite toda com as mais jovens e mais bonitas da festa. Sai com elas para passear e antes da madrugada pula na água e volta à forma primitiva de peixe, deixando as moças sempre grávidas.

Além de sedutor e fecundador é conhecido também como o pai das crianças de paternidade desconhecida, pois as mães solteiras o acusam de ser o pai de suas crianças.

O Boto-homem é obcecado por mulheres, sente o cheiro feminino a grandes distâncias. Para evitar que ele apareça esfrega-se alho na canoa, nos portos e nos lugares onde ele gosta de aparecer.

O CAIPORA

É um menino escuro pequeno e rápido, cabeludo e feio, fuma cachimbo, e sua função é proteger os animais da floresta, os rios, as cachoeiras.

Vive sondando as matas montado num porco, sempre com uma longa vara na mão. Quando o caçador se aproxima o caipora pressente sua chegada através do vento que lhe agita os cabelos. Então sai a galope no seu porco fazendo o maior barulho para espantar os veados, os coelhos, as capivaras e outros animais de caça. As vezes, o caçador, sem ver direito, corre atrás do próprio caipora que montado em seu porco faz zigue-zagues pelo mato até perder-se de vista.

O CAIRARA

Na tribo dos Bororós havia um pajé muito sábio. Ele vivia triste por ser gordo e por isso todos o chamavam de cairara. Certo dia, ele descobriu uma erva que os macacos comiam e os conservavam sempre esbeltos e ágeis. Resolveu tomar um chá feito da erva, para ver se ficava esbelto como os macacos.

Durante sete dias ingeriu a porção. Ficou esbelto, os cabelos finos se alongaram, as pernas encolheram. Ficou assustado quando viu que até um rabo começou a aparcer. Parou de beber a droga, mas a transformação continuou.

Hoje o cairara é uma espécie de macaco fino, inteligente e engenhoso que vive nas matas da Amazônia.

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O Mal do Século já foi a Solidão (#coach #reflexão #ficadica)

Renato Russo já parafraseou esta afirmação, e o século 20 foi realmente o século em que a solidão reinou os corações, mente e alma de grande parte dos indivíduos que habitam este nosso planeta terra. Alguns ainda se mantém nesta visão, e mesmo já sendo século 21, ainda é possível ouvir hora ou outra que a solidão ainda é o mal do século. Mas tudo evolui, e não poderia ser diferente com os sentimentos, principalmente o sentimento de solidão.

Em meus trabalhos como Coach, tenho detectado um novo mal, que vem assolando nossos amigos, companheiros e pessoas de nossa convivência. Derivado da solidão, este novo conhecimento (ou a falta dele) vem de forma desenfreada e causando uma série de transtornos. Este será o século em que as pessoas estão perdidas em um labirinto interior, muito mais avassalador que a solidão por si só. As pessoas hoje perderam sua identidade, não se conhecem mais, não sabem quem realmente são.

Você sabe quem você é?

Quem é você? Faça um perfil sobre si mesmo, sem se preocupar se outras pessoas irão ver. Hoje é fácil encontrar um perfil pessoal nas mais diversas redes sociais, mas grande parte destes perfis são meras montagens e construções pré-moldadas, sem realmente descrever o interior das pessoas. É impressionante que a Internet, uma ferramenta de interação e pesquisa, tenha tido um grande peso nesta falta de autoconhecimento. Hoje em simples buscas pelo Google, é possível obter um perfil completo para expormos “quem somos” em nossas redes, mas quando alguém, frente a frente, nos pergunte quem somos, ficamos completamente perdidos.

As pessoas me procuram como profissional em Coach para resolver inúmeros problemas, sejam eles de origem pessoal, profissional, financeira ou outros, mas através das técnicas aplicadas, das ferramentas utilizadas, e das sessões realizadas, chegamos sempre a um mesmo ponto em comum: “Quem Sou Eu?“.

Esta dúvida que assola milhares de pessoas, causa grandes prejuízos em todas as suas áreas de vida e convivência. E o processo para um autoconhecimento neste sentido, existe um árduo trabalho a ser realizado, envolto de muitos momentos desconfortáveis, mas necessários para se obter resultado. Um Coach é sempre recomendado durante este processo, pois com sua experiência, técnicas e ferramentas, tem um suporte adequado para ajuda-lo a transpassar esta fase ruim e se tornar uma pessoa plena e realizada dentro de todas as áreas de sua vida.

Faça este questionamento a você mesmo, diante do espelho: “Quem Sou Eu?” e se neste momento você sentir uma angustia por não saber a resposta, então é o momento ideal de procurar um Coach.

Abraços, Sucesso e Até Breve

Coach Douglas Ferreira

 

Peixe Fresco – Uma História de Resultados

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca.

Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.

Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como
“sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de
frescor. Os consumidores Japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de
peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram prazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que
você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos – tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard
observou, no começo dos anos 50:

“O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios,
você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!”

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesasainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da Humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

“Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”

Vídeo 2 – Análise de Nível de Satisfação