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Os Sabotadores! Inimigos de nosso Sucesso. (Parte 2)

No artigo anterior, começamos a elaborar uma serie de artigos sobre as crenças limitantes e como vence-las. Descrevemos o caso do Sr. João, e como ele conseguiu vencer suas dificuldades em fazer uma faculdade. Hoje, vamos falar de uma segunda ferramenta que pode ser utilizada para trabalhar com as crenças limitantes. Neste caso, vamos  aprender a trabalhar com a ferramenta contra um outro tipo de crença limitante, as Idéias Fixas.

O que são as Idéias Fixas?

As idéias fixas, como as crenças limitantes, são padrões de pensamento que estao inseridos en nosso modo de pensar e sentir. São padrões faceis de serem identificados, tendo o Coach um papel fundamental de detectar estes padrões logo nas primeiras sessões. A partir de dialogos com o individuo, é fácil obter os padrões de idéias fixas, que podem ser por exemplo:

  • Eu não consigo participar de reuniões;
  • Eu não consigo emagrecer;
  • Eu tenho que ser assim;
  • Entre outras..

Para exemplificar esta situação, de forma que possa ser entendida mais facilmente, vamos utilizar um caso em que estive envolvido a algum tempo:

Estudo de Caso – Idéia Fixa
Coachee: Srª. Maria (Nome Fictício)
Periodo: 12 Sessões

Srª. Maria veio me procurar para conseguir alcançar seu sonho de ter um emprego melhor, melhorando assim sua qualidade de vida. Durante as primeiras sessões de reconhecimento, notei logo que a Srº. Maria tinha uma idéia fixa de que tinha que ser perfeita em tudo que fazia para conseguir chegar ao seu objetivo. Este desejo de perfeição, impedia a Sr.ª Maria de aceitar suas falhas, e de certa forma, isto acabava prejudicando suas chances de conseguir uma chance de melhorar profissionalmente, seja dentro da empresa em que trabalhava, como também em outras empresas em que surgissem novas oportunidades.

Conversando com a Srª. Maria, entrei nesta questão da idéia fixa. Detectando que realmente ela se pressionava muito nesta questão, houve a necessidade de interromper o ritmo das sessões como programado, para resolver este problema, que com certeza, tinha forte influência sobre a situação geral.

Colocando as armas a postos:

Encontramos um problema a ser resolvido, então é hora de por as mãos a obra e utilizar do coaching para encontrar as melhores soluções junto ao coachee.

Para este caso, utilizei a técnica de idéias fixas, que visa questionar o quão válido é esta idéia junto ao individuo, e pesar todos os p´ros e contras que ele encontra. Desta forma, estaremos fazendo uma análise custo-benefício, que mostrará de forma prática e clara que o indíviduo pode ter idéias diferentes, e desta forma ter mais opções de alcançar seus objetivos.

O primeiro passo é questionar esta idéia, fazendo com que o coachee começe a ter dúvidas a respeito deste sentimento, e abra a mente para novas possibilidades. Poderiamos até mesmo, neste caso, utilizar da análise swot para levantar os dois lados do questionamento, mostrando para o cliente o quanto esta idéia pode ser irracional.

Pode-se utilizar perguntas como:

  • Quais são as regras que você esta seguindo?
  • O que você sabe sobre…
  • Como você sabe que…
Obs.: Evite no inicio de um processo o uso da palavra “Por quê”. Procure criar e utilizar perguntas que tenham uma resposta que possa ser utilizada. Ao fazer uso de “Por quês”, você corre um sério risco de entrar em uma circulo vicioso de respostas que não terá mais fim.

Com a Srª. Maria, o questionamento seguiu este ritmo:

  • O que te faz pensar, que precisa ser perfeita em tudo, para conseguir uma promoção?
  • O que você pode dizer sobre as pessoas que alcançaram o sucesso que você deseja? Eram perfeitas? Nunca erraram ou cometeram falha em nenhum momento?
  • O que você sabe sobre perfeição? Como você avalia isso em suas ações?
  • Você se baseia em que principio para chegar a esta opinião?

Estes questionamentos, levaram a Srª. Maria a começar a pensar a respeito de suas respostas, e através destas reflexões, podemos elaborar uma análise sobre as vantagens e desvantagens de se apegar a esta ideia.

Com o decorrer do processo, a Srª. Maria foi percebendo que cobrava muito de si mesma, e se colocava em um patamar acima do qual poderia alcançar. Ao perceber que poderia começar a aprender com suas falhas, se posicionou de forma mais branda quanto as suas ações. Quando parou de cobrar de sí mesma, de forma irracional, conseguiu encontrar caminhos que a levaram para o seu objetivo de forma mais tranquila.

Terminando mais este artigo, espero ter contribuido de alguma forma para todos os leitores. É sempre bom buscarmos a perfeição em tudo o que fazemos, mas é importante também entender, que somos seres humanos, passiveis de falhas, e, melhor do que ser perfeito, é ter humildade para que possamos aprender com nossos erros.

Abraços e Sucesso a todos…

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Técnicas de Coaching – DreamList – Você sempre pode sonhar…

Como combinamos, voltei para continuar a falar sobre as nossas promessas de Natal. Vamos conhecer hoje, uma ferramenta muito utilizada em Coaching, quando queremos determinar nossos objetivos e metas de vida, ou de uma forma mais clara, encontrar nossos sonhos…

Sonhar é muito importante, para que possamos começar a planejar nossos passos, e alcançar nossos sonhos. Uma grande ação, nasce antes de tudo, de uma grande idéia. Para isso, o Coaching trabalha com uma técnica denominada Dream List, ou em português, a “Lista dos Sonhos”…

DreamList – Lista dos Sonhos

Vejamos um modelo de uma DreamList:

Para ter esta imagem, clique com o botão direito sobre a imagem e escolha a opção “Salvar imagem como” após salvar a imagem, você pode imprimir para utilizar.

Como pode ser visto, é uma lista, onde iremos catalogar nossos sonhos e desejos, classificando-os pela sua categoria e pelo seu prazo de finalização.

o 1° Passo é descrever os seus sonhos, de forma objetiva, sem que deixem uma segunda opção de interpretação. Por exemplo, se o seu sonho é ter um carro novo, é errado simplesmente descrever que deseja um carro novo. Seja objetivo e especifico em seu desejo, exemplo: “Desejo um Corsa Sedã 4 Portas na cor Vinho“. Quanto mais especifico for o seu sonho, mais fácil é de concretiza-lo.

Após você descrever cada um de seus sonhos e desejos (não poupe sua imaginação neste momento, lembre-se do artigo de ontem, Você tem o direito de sonhar o quão alto desejar), vamos então começar a determinar suas categorias. Quando criamos as categorias, dizemos ao nosso sonho qual o seu lugar dentro de nossa vida, tornando então mais fácil o processo de materialização do mesmo. Vamos ver as categorias que temos:

  • PE – Pessoal
  • PR – Profissional
  • RE – Relacionamentos
  • QV – Qualidade de Vida

E dentro destas categorias, temos também algumas sub-categorias que podem identificar melhor os nossos objetivos, e são elas:

  • SA – Saúde
  • IN – Intelectual
  • RE – Realização
  • FI – Finanças
  • CO – Contribuição
  • FA – Familia
  • AM – Amor
  • SO – Social
  • LA – Lazer
  • ES – Espiritual

Agora, já com as categorias e sub-categorias, nosso papel é definir uma categoria e uma sub-categoria para cada um de nossos desejos. Por exemplo, no caso do Desejo visto acima:

Desejo um Corsa Sedã 4 Portas na cor Vinho – PE – RE

Pois é um desejo pessoal, que me trará realização. Desta forma, vamos categorizar todos os nossos sonhos. Pode parecer uma brincadeira simples, sem muito proveito, mas lembre-se, que quanto mais contato você tiver com sua lista de sonhos e desejos, mais forte eles se tornam em sua vida. Então mesmo que pareça uma brincadeira, que mal há em brincar um pouco, e se divertir com algo que nos cause prazer? Vamos continuar?

Após determinar as categorias de todos os desejos, vamos determinar seus prazos. Os prazos fazem com que o sonho se torne ainda mais real, pois estipulamos desta forma, uma pressão sobre nós mesmos, para que o prazo seja cumprido. Vamos ver nossas opções de prazos:

  • CP – Curto Prazo (1 a 3 anos)
  • MP – Médio Prazo (3 a 5 anos)
  • LP – Longo Prazo (5 a 10 anos)

Estes são os prazos para determinarmos quando queremos que nosso desejo ou sonho se realize. É muito importante sermos honestos com nós mesmos, e estipular prazos dentro de nossa realidade atual. Por este motivo, que o período mais curto, abrange um período de até 3 anos, pois é um prazo onde os desejos podem ser preparados e realizados por nós mesmos.

Agora que completamos nossa Dream List, vamos reler novamente cada um de nossos desejos, e guarda-la em um lugar onde possa estar ao nosso alcance todo o tempo. Amanha, continuando esta série de artigos, estarei trazendo uma nova ferramenta de coaching, voltada para a realização de objetivos.

Espero que estejam gostando de nosso retorno, e aguardamos ansiosamente seus comentários sobre os assuntos aqui tratados.

Abraços e sucesso sempre…

Análise Swot – Levantamento de Informações – Coaching Aplicado

Recebi a pouco um e-mail de um visitante, questionando como funciona o levantamento de informações para uma análise Swot, e aproveito para deixar mais um artigo sobre este tema bastante procurado. Antes de prosseguir, gostaria de agradecer novamente a participação de vocês em nosso espaço, e reafirmo que estamos sempre por aqui, dispostos a ajudar.
No E-mail, são levantadas questões da prática da ferramenta, tentarei montar um passo a passo de como trabalhar com a análise swot, de forma que possa explanar esta e demais dúvidas que possam surgir.
Vejamos as questões levantadas:
“Mas como levantar esses dados? Existe uma metodologia para nortear as entrevistas? Existem formulários para guiar a absorção das informações?”
No processo de Análise Swot, podemos ter duas alternativas de trabalho:
Swot Pessoal: Levantar uma única situação, avaliar seus pontos fortes e seus pontos fracos, e direcionar o cliente para as melhores possibilidades, criando uma seqüência de ações para que a situação possa ser tomada de forma a minimizar os pontos fracos e maximizar os pontos fortes.
Swot Estratégico: Outra forma de trabalho é analisar duas situações, onde confrontaremos os pontos fortes e pontos fracos de ambas, para uma tomada de decisão mais precisa a respeito do caminho a ser estruturado.
Em ambas as formas de trabalho existem a questão de levantamento de informações. Para isso, utilizamos o modelo adequado para a situação.
No caso do e-mail recebido, vamos trabalhar com a segunda opção, fazendo uma análise de dois cenários, e a partir desta análise, obter as melhores respostas sobre o rumo a seguir.
Utilizando o modelo para a segunda opção, veremos os campos relativos a todas as informações que precisamos inserir em nossa análise. Esta análise deve ser feita sem nenhuma forma de julgamento, e o acompanhamento de um Coach é sempre aconselhado para que todas as possibilidades possam ser questionadas.
Primeiramente, determinamos os pontos fortes de cada situação, e também todos os benefícios que cada uma poderá trazer ao final do processo.
Preenchida esta primeira etapa, passamos para a determinação das fraquezas de cada situação, e o que poderemos perder ou quais serão as conseqüências de cada uma ao final do processo.
Esta etapa é muito importante da parte do individuo buscar a imparcialidade, por este motivo que sempre recomendamos a participação de um Coach junto aos processos para que esta imparcialidade seja efetiva, evitando desta forma contaminar os resultados com nossos próprios desejos pessoais.
Após termos a prévia destes cenários já determinados, passaremos ao preenchimento das demais áreas da análise, as oportunidades:
Devemos avaliar todas as oportunidades existentes para ambas as situações, de forma clara e concisa, sempre atento a imparcialidade do processo.
E por fim determinamos os riscos de cada situação apresentada, de forma poder avaliar dentro de todo o quadro de análise, qual cenário obterá maior êxito no final do processo.
A partir deste momento, o papel do coach se torna primordial, para conduzir e auxiliar o individuo a obter respostas da análise, para encontrar o melhor a caminho a ser tomado. Devemos analisar de forma sistêmica, definindo quais foram os aprendizados ao fazer a análise, qual seria a melhor solução apresentada, se os cenários fossem avaliados e pesados e se é o momento de escolher definitivamente a opção mais direcionada, ou se ainda existem pontos a serem analisados, o que poderia ser feito novamente com a analise swot, podendo neste processo seqüencial, compararmos mais de duas situações, quantas forem necessárias, até chegar a um consenso comum da melhor alternativa.
Espero ter ajudado de alguma forma a responder eventuais dúvidas sobre esta fantástica ferramenta do Coaching, e caso surjam novas indagações, não deixem de comentar ou de entrar em contato pelo nosso e-mail: Douglas.coach@gmail.com.
Sempre alertando, a interação destes processos, juntamente com um Coaching preparado, pode surtir efeitos fenomenais em seu desenvolvimento. Sempre consulte um Coaching de sua confiança, antes de tomar qualquer decisão que possa influenciar sua vida.
Este canal está sempre aberto para dúvidas a respeito de Coaching. Sinta-se sempre a vontade.
Abraços e sucesso sempre.

Recebi a pouco um e-mail de um visitante, questionando como funciona o levantamento de informações para uma análise Swot, e aproveito para deixar mais um artigo sobre este tema bastante procurado. Antes de prosseguir, gostaria de agradecer novamente a participação de vocês em nosso espaço, e reafirmo que estamos sempre por aqui, dispostos a ajudar.

No E-mail, são levantadas questões da prática da ferramenta, tentarei montar um passo a passo de como trabalhar com a análise swot, de forma que possa explanar esta e demais dúvidas que possam surgir.

Vejamos as questões levantadas:

“Mas como levantar esses dados? Existe uma metodologia para nortear as entrevistas? Existem formulários para guiar a absorção das informações?”

No processo de Análise Swot, podemos ter duas alternativas de trabalho:

swot1

  • Swot Pessoal: Levantar uma única situação, avaliar seus pontos fortes e seus pontos fracos, e direcionar o cliente para as melhores possibilidades, criando uma seqüência de ações para que a situação possa ser tomada de forma a minimizar os pontos fracos e maximizar os pontos fortes.

swot2

  • Swot Estratégico: Outra forma de trabalho é analisar duas situações, onde confrontaremos os pontos fortes e pontos fracos de ambas, para uma tomada de decisão mais precisa a respeito do caminho a ser estruturado.

Em ambas as formas de trabalho existem a questão de levantamento de informações. Para isso, utilizamos o modelo adequado para a situação.

No caso do e-mail recebido, vamos trabalhar com a segunda opção, fazendo uma análise de dois cenários, e a partir desta análise, obter as melhores respostas sobre o rumo a seguir.

Utilizando o modelo para a segunda opção, veremos os campos relativos a todas as informações que precisamos inserir em nossa análise. Esta análise deve ser feita sem nenhuma forma de julgamento, e o acompanhamento de um Coach é sempre aconselhado para que todas as possibilidades possam ser questionadas.

Primeiramente, determinamos os pontos fortes de cada situação, e também todos os benefícios que cada uma poderá trazer ao final do processo.

Preenchida esta primeira etapa, passamos para a determinação das fraquezas de cada situação, e o que poderemos perder ou quais serão as conseqüências de cada uma ao final do processo.

Esta etapa é muito importante da parte do individuo buscar a imparcialidade, por este motivo que sempre recomendamos a participação de um Coach junto aos processos para que esta imparcialidade seja efetiva, evitando desta forma contaminar os resultados com nossos próprios desejos pessoais.

Após termos a prévia destes cenários já determinados, passaremos ao preenchimento das demais áreas da análise, as oportunidades:

Devemos avaliar todas as oportunidades existentes para ambas as situações, de forma clara e concisa, sempre atento a imparcialidade do processo.

E por fim determinamos os riscos de cada situação apresentada, de forma poder avaliar dentro de todo o quadro de análise, qual cenário obterá maior êxito no final do processo.

A partir deste momento, o papel do coach se torna primordial, para conduzir e auxiliar o individuo a obter respostas da análise, para encontrar o melhor a caminho a ser tomado. Devemos analisar de forma sistêmica, definindo quais foram os aprendizados ao fazer a análise, qual seria a melhor solução apresentada, se os cenários fossem avaliados e pesados e se é o momento de escolher definitivamente a opção mais direcionada, ou se ainda existem pontos a serem analisados, o que poderia ser feito novamente com a analise swot, podendo neste processo seqüencial, compararmos mais de duas situações, quantas forem necessárias, até chegar a um consenso comum da melhor alternativa.

Espero ter ajudado de alguma forma a responder eventuais dúvidas sobre esta fantástica ferramenta do Coaching, e caso surjam novas indagações, não deixem de comentar ou de entrar em contato pelo nosso e-mail: douglas.coach@gmail.com.

Sempre alertando, a interação destes processos, juntamente com um Coaching preparado, pode surtir efeitos fenomenais em seu desenvolvimento. Sempre consulte um Coaching de sua confiança, antes de tomar qualquer decisão que possa influenciar sua vida.

Este canal está sempre aberto para dúvidas a respeito de Coaching. Sinta-se sempre a vontade.

Abraços e sucesso sempre.

Ps.: Deixo um link do site “O Gerente“, com maiores explanações a respeito do assunto.

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Ferramentas de Coaching – Avaliação 360°

Avaliação 360 Graus é uma importante ferramenta de Gestão de Pessoas que corresponde a uma análise sistemática do desempenho do profissional em função das atividades que realiza, das metas estabelecidas, dos resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento.

O objetivo final da Avaliação 360 Graus é contribuir para o desenvolvimento das pessoas na organização.

O resultado final da Avaliação 360 Graus deve apresentar as informações necessárias para a identificação de oportunidades de melhoria e a elaboração de um plano de ações em relação a vários níveis – geral da organização, por área e individual.

Ferramentas de Coaching – Análise Swot

A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.
A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.
O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrónimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).
Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, segundo HINDLE & LAWRENCE (1994) a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen. Por outro lado, TARAPANOFF (2001:209) indica que a idéia da análise SWOT já era utilizada há mais de três mil anos quando cita em uma epígrafe um conselho de Sun Tzu: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.) Apesar de bastante divulgada e citada por autores, é difícil encontrar uma literatura que aborde diretamente esse tema.
Análise SWOT
Estas análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).
As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.
O ambiente interno pode ser controlado pelo individuo, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas por ele mesmo. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, o individuo deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.
Já o ambiente externo está totalmente fora do controle. Mas, apesar de não poder controlá-lo, o individuo deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças. Evitar ameaças nem sempre é possível, no entanto pode-se fazer um planejamento para enfrentá-las, minimizando seus efeitos. A Matriz SWOT deve ser utilizada entre o diagnóstico e a formulação estratégica propriamente dita.
swotA Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.
A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.
O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrónimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).
Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, segundo HINDLE & LAWRENCE (1994) a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen. Por outro lado, TARAPANOFF (2001:209) indica que a idéia da análise SWOT já era utilizada há mais de três mil anos quando cita em uma epígrafe um conselho de Sun Tzu: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.) Apesar de bastante divulgada e citada por autores, é difícil encontrar uma literatura que aborde diretamente esse tema.
Análise SWOT
Estas análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).
As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.
O ambiente interno pode ser controlado pelo individuo, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas por ele mesmo. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, o individuo deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.
Já o ambiente externo está totalmente fora do controle. Mas, apesar de não poder controlá-lo, o individuo deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças. Evitar ameaças nem sempre é possível, no entanto pode-se fazer um planejamento para enfrentá-las, minimizando seus efeitos. A Matriz SWOT deve ser utilizada entre o diagnóstico e a formulação estratégica propriamente dita.
Com o acompanhamento de um Coaching, é possivel solucionar muitos problemas e dificuldades diários se utilizando desta ferramenta. Para maiores informações, entrem em contato através dos comentários, ou pelo e-mail: douglas.coach@gmail.com.