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Sabedoria do Jogo de Damas!

Num remoto vilarejo da Europa oriental, num dos dias de Chanuká, um respeitado rabino entrou na casa de estudos, num momento em que não o esperavam e encontrou seus discípulos jogando o jogo de damas, quando deveriam estar estudando as leis sagradas, como era o costume naqueles tempos.

Quando viram o Mestre ficaram confusos sem saber o que fazer. Pararam o jogo imediatamente. Um dos discípulos, envergonhado, tentou desculpar-se.

“Nos perdoe, Mestre. Apenas queríamos nos distrair um pouco!”

O velho fez um gesto bondoso e perguntou:

“Vocês conhecem as regras do jogo de damas?”

Como ninguém respondeu, ele mesmo tratou de responder:

“Vou lhes dizer quais são as regras.
A primeira é que não se podem fazer duas jogadas por vez.
A segunda, que somente se pode mover para frente e não para trás.
A terceira, que quando se chega lá na última fila, você está livre para ir aonde quiser.
Vocês estão aprendendo lições muito importantes sobre a nossa existência.
Prossigam em seu jogo, por favor, prossigam!”

Porque as Pessoas Sofrem?

     — Vó, por que as pessoas sofrem?
     — Como é, minha neta?
     — Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
     — Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
     —Vó…
     —Oi…
     — Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.
     — É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?
     —Não, Vovó.
     — Você lembra da estorinha do Patinho Feio?
     — Lembro.
     — Então… o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
     — O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
     — Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
     — É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
     — É por isso! Viu como você é esperta?
     — Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?
     — Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?
     —O que?
     — Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
     — Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
     — Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
     — É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
     — Não entendi, minha filha?
     — Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro…
     — Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
     — Todos nós somos, querida. Em parte.
     — Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
     — Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
     — E aí viramos cisnes?
     — Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.
     — Aonde você vai?
     — Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!
     A boa vovó apenas sorriu!

Entrevista realizada para o Grupo Coaches em Construção

Segue abaixo um e-mail da leitora e amiga Elza Conte, recém formada em coaching pela SBC. Abraços a você e todos os companheiros que se formaram nesta nova turma. É sempre bom saber que o coaching esta cada dia mais presente em nossas vidas, através de profissionais que se preocupam em conhecer e divulgar. Segue abaixo o conteúdo completo do e-mail:

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Logo nesta segunda feira, após nossa memorável formatura, pedi ao Douglas algum material sobre Crítico Interno. Ele prontamente me respondeu prometendo escrever sobre o assunto. Em seguida pedi-lhe uma entrevista, ao qual ele prontamente se prontificou a colaborar.

Algumas pessoas mandaram questões, eu fiz um resumo e enviei ao Douglas. Além de responder brilhantemente as questões enviadas, ele escreveu três artigos em seu blog a saber:

Os Sabotadores! Inimigos de nosso Sucesso. (Parte 1)

Os Sabotadores! Inimigos de nosso Sucesso. (Parte 2)

Os Sabotadores! Inimigos de nosso Sucesso. (Parte 3)

Gostaria de novamente expressar o meu profundo agradecimento ao Douglas, como escrevi a ele não foi por acaso, que minha intuição resolveu procura-lo.

A ENTREVISTA

Olá Elza, Sempre é confortavel falar sobre coaching.. rsrs.. Estou enviando as respostas a estas perguntas, depois se possivel, gostaria de conhecer o grupo de vocês. Além disso, gostaria de sua autorização para colocar a entrevista em meu blog, com o link, caso haja, para o grupo de coaching de vocês.

1 – Hoje, após algum tempo de ter feito o curso no SBC, o que vc considera mais importante naquele aprendizado?
R – Esta é uma resposta dificil… No ultimo dia de treinamento, conversando com alguns amigos que fiz por lá, chegamos a conclusão de que naqueles 8 dias, divididos em 2 modulos, o mundo mudou completamente.
Mas para ter uma resposta mais direta, acho que o mais importante durante todo o treinamento, foi descobrir o poder que temos dentro de nós de realizar sonhos, não apenas os nossos sonhos, mas os sonhos das pessoas ao nosso redor. Quando o treinamento começou, no primeiro dia, eu realmente não sabia o que estava fazendo lá, no meio de tanta gente, que na grande maioria tinha o mesmo sentimento, mas no decorrer do treinamento, não só descobri o porque de estar lá, como descobri a importancia de se estar lá, todo o aprendizado, todas as experiencias e principalmente a desmistificação do viver.
Aquele treinamento não me deu uma nova profissão, mas sim uma nova visão da vida. Acho que esta visão é o que de mais importante eu trouxe comigo.

2 – O que você adaptou, incrementou ou modificou das técnicas sugeridas pela SBC?
R – Em todo o sistema de técnicas e ferramentas, não fiz adaptações ou modificações, uso-as como aprendi no treinamento, mas fiz adequações a minha realidade. Incorporei um pouco de tecnologia em alguns elementos. Como exemplo, na Roda da Vida, elaborei um sistema em Excel, que envio para meus clientes a distancia, e que facilita o seu uso. Utilizei também o espaço em meu blog, para difundir um pouco mais esta profissão ainda desconhecida.

3 – Eu tenho dificuldades em linkar uma seção a outra o que posso fazer para facilitar isso?
R – A melhor forma de interligar uma sessão a outra, é seguir o planejamento de sessão mostrado logo no inicio do treinamento (tem um modelo na pagina 153 da primeira apostila) O “to do” e o “feed back” são os principais meios de fazer esta ligação. Sempre determine com o cliente uma ação ou tarefa que ele deve executar durante a pausa entre as sessões, e sempre comece a próxima sessão fazendo o levantamento desta tarefa, como foi realiza-la, se sentiu alguma dificuldade, e a partir destes dados, prosseguir para a proxima sessão. Uma coisa muito importante deste sistema, é que facilita ver se o cliente esta mesmo empenhado em seguir as recomendações do Coach, já que se ele não tiver interesse em cumprir estas tarefas, não esta 100% comprometido com o processo.

4 – Você vive bem apenas com a profissão de coach?
R – Apenas com a profissão de coaching ainda não. Na cidade onde resido, Sorocaba/SP, esta profissão ainda não é bem conhecida. Mas posso dizer que a remuneração que tenho hoje vem do entorno do coaching. Sou palestrante e consultor empresarial, e o coaching me ajudou a ter material para trabalhar nestas areas paralelas. Tenho alguns projetos de palestras educativas sobre o coaching, entre outras, onde tambem divulgo o meu trabalho como life coaching. Destas palestras tenho acesso a pessoas que acabam se interessando em fazer um acompanhamento de coaching, mas ainda com um pouco de receio. Da SBC, em Sorocaba, conheço mais 5 pessoas que se formaram no PPC, mas já trabalham como psicologos, e utilizam o coaching como apoio ao seu trabalho principal. Mas tenho uma situação estavel financeiramente, juntando todo este processo, entre palestras, consultorias empresariais e o proprio coaching.

5 – Como você regulamentou a atividade: Empresa, nota fiscal, etc.
R – Este foi um problema no inicio de meu trabalho. Pensei inicialmente em me habilitar como consultor autonomo, ter o registro de autonomo me proporcionaria a ter acesso a empresas que dependessem de comprovante fiscal, e eu teria uma inscrição municipal, regulamentando minha situação. O meu receio foi acabar comprometendo o coaching, pois como aprendemos, o coaching não é uma consultoria. Atualmente, no estado de são paulo (não sei como está em outros estados) surgiu a oportunidade de se cadastrar como “MEI – Micro-Empreendedor Individual”, que é um registro junto a Jucesp e me permite ter um cnpj, pagando uma taxa fixa de impostos no valor aproximado de 50,00 por mês.

6 – Você poderia contar rapidamento um caso de sucesso.
R – Tive bons casos de sucesso. Em meu blog descrevo alguns, Atualizei ele hoje com dois artigos sobre crenças limitantes, onde descrevo o desenrolar de dois casos em que participei como coach. Fora estes exemplos, Tenho outros casos de conquista de empregos, administração de tempo, relacionamentos. O melhor do coaching, é o fato de que é dificil um caso não ser bem sucedido com o auxilio do coaching, com suas ferramentas ele consegue atingir um espaço muito amplo na resolução de diversos problemas do cotidiano. é uma profissão apaixonante, pois cada caso de sucesso, é um sucesso a mais na trajetoria do coach em busca de seus prorpios objetivos.

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Caso alguem tenha interesse em conhecer o grupo Coaches em Construção, deixe um comentário que estaremos entrando em contato para maiores informações e redirecionando para os administradores do grupo.

Abraços e Sucesso Sempre….

A Arte de Remar – Motivacional

remar

Quando não há ventos é preciso remar

Art. 1 – Um timoneiro que se preze continua a navegar  mesmo com a vela despedaçada . Sêneca – Filósofo Latino (04 a.C – 65 d.C).

Art.  2 –  Existem  coisas  que  jamais  deixamos  de pedir aos outros que  façam, uma delas é que é preciso estar aberto a aprender sempre. Um dia um poeta disse que o poeta é um fingidor, que ele finge tão bem a dor, que ele mesmo sente a dor que  fingiu sentir. Portanto eu recomendo aprendam, sintam o que esta aprendendo, pratique, aprenda para saber não para falar que sabe. Fique de olho, querendo ou não quem dita os rumos a serem seguidos é o mercado, que não o acompanha não sabe para onde deve seguir, não sabe em que direção deve içar as velas para aproveitar os bons ventos.

Art. 3 – Ouvindo o mundo dos negócios, o chamado mercado, concluímos que os ventos das oportunidades pararam, o mercado parou. Falta crédito,  falta confiança do  investidor,  falta empreendedorismo,  falta emprego,  faltam oportunidades de trabalho, faltam vagas, ou seja, faltam ventos. Algum tempo atrás escrevi que era preciso saber içar as velas e direcioná-las de forma  a  captar  os  bons  ventos,  para  ir mais  rápido  e mais  longe. Esta  semana  escutando  a  dinâmica  do mercado  e  alguns críticos que perguntou qual é a receita, pois não há ventos, não adianta içar as velas, pois o vento na sopra em nenhuma direção.

Art. 4 – E eu vou novamente voltar à arte de aprender. Se não há ventos então remem. Não estou inventando a arte de remar, ela é tão antiga, quanto o próprio homem, basta apenas observarmos o que já foi inventado e reinventar as formas diferentes de fazer as mesmas coisas, considerando que este é o ano da inovação. Se você, a sua equipe, ou a sua empresa não sabe remar, assistam filmes de aventura no mar. Veja vídeos de competições de remo, para versar-se na arte de remar.

Art. 5 – Se realmente não há ventos é preciso remar muito, e em momentos difíceis e preciso saber remar. Se há ventos fracos é preciso saber conjugar a  força dos pequenos sopros com o poder  imensurável dos  remos. Considerando o momento acredito que há ventos, porém eles  estão  fracos,  insuficientes para nos  levar  até o destino. Assim a primeira coisa  a  fazer  é lembrar-se  da minha  recomendação  anterior  icem  as  velas  e  as  ajustem de  forma  a  aproveitar  todo  e  qualquer  resquício  de vento possível. Depois de ajustadas às velas, agora é preciso aprender a remar.

Art.  6 –  Na  arte  de  remar  há  sempre  um  líder  e  é  preciso  segui-lo,  é  ele  quem determina  a  direção,  é  ele  quem  dita  o  ritmo  das  remadas,  é  ele  quem  estabelece  quantos  remadores serão necessários e de que  forma eles  remarão. A arte de  remar vai muito além de enfiar  o  remo  na  água,  é  preciso  que  todos  os  remadores  tenham  sincronia,  que  remem  ao mesmo  tempo, que escutem o  líder. Para  remar é preciso  ter ordem,  todos precisam colocar e retirar os remos da água ao mesmo tempo, é preciso que o esforço individual de cada remador contribua para o movimento coletivo na nau.

Art.  7 –  Os  dias  estão  difíceis,  pois  estamos  com  pouco  vento,  então  remem. Aprendam a remar, escutem o líder, remem ao mesmo tempo, na mesma direção, icem as velas para  aproveitar  os  pequenos  sopros  de  Posêidon.  Lembre-se  se  não  há  ventos  ou  estes  são  insuficientes  para  nos  tirar  do marasmo é preciso laçar mão do poder do remo.  Conduza e comande a sua equipe, aprenda e ensine-os a remar.  Pense na sua vida, na sua carreira profissional, pessoal e intelectual, se não há ventos fortes então reme. Dê o comando, marque o ritmo das remadas, trace as coordenas e direcione os esforços. Navegue no sentido da luz.

Joel Gonzaga de Sousa, Gerente de compras da Reis Peças, Pedagogo, Psicanalista e Parapsicólogo.