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Matemática do Sucesso – Comprometimento (#coach #ficadica #sucesso)

Em continuidade a nossa série de posts sobre a Matemática do Sucesso, hoje vamos abordar um tema polemico e crítico junto as pessoas que se propõem a realizar uma mudança de comportamento em suas vidas: O Comprometimento.

Em 90% dos clientes que trabalho, o primeiro grande problema a ser enfrentado é em relação ao comprometimento. A falta de comprometimento na mudança, aliada a falta de confiança em sí mesmo, provoca uma avalanche de fracassos que com o tempo, acaba se tornando um efeito comum, e até mesmo esperado.

Não existe mudança sem comprometimento, não existe grandes realizações, sem grandes sacrifícios, seja de tempo, de energia ou de dedicação.

O Comprometimento é a cola que irá unir nossas competências e habilidades, tornando possível realizar grandes mudanças em nossa vida. Quando você esta comprometido com algo, você se torna o principal agente de mudança, um agente transformador com grande potencial de sucesso e conquistas. Verifique sempre o quanto você esta comprometido com algo que deseja, o quanto você esta disposto a abrir mão de algumas zonas de conforto, para conquistar seus sonhos, para se tornar uma pessoa de sucesso.

Em nossa fórmula, o comprometimento é o potencializador de todas as nossas habilidades. Quando realizamos a soma, e elevamos este valor pelo grau de nosso comprometimento, a certeza de sucesso já se torna uma realização.

Pense em seus sonhos, e se pergunte: O Quanto estou comprometido com este Sonho, e como posso entrar em ação para realizá-lo?

Abraços e Sucesso Sempre,
Coach Douglas Ferreira

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Comprometimento – Onde se esconde esta força tão poderosa?

Em meus trabalhos como Coach, tenho notado que o grande rival da execução das metas planejadas, dos sonhos desejados, do sucesso pessoal é o comprometimento. Na verdade, o comprometimento não tem culpa nos fracassos de nossas vidas, mas a falta dele é um fator que merece muito de nossa atenção.

A grande maioria dos indivíduos querem realizar seus objetivos, mas não conseguem avançar mais do que alguns passos em direção as suas metas. Porque isso ocorre? Falha do planejamento? Falha na forma de trabalho de um Coach contratado? De quem é realmente a culpa destes fracassos?

Indo diretamente ao fundo da questão, hoje é comum, e até mesmo fácil, colocar a culpa de nossos fracassos na situação em que vivemos nas pessoas que nos rodeiam, ou até mesmo na falta de tempo, ou de meios para se chegar ao sucesso. Mas o que é difícil é assumir a responsabilidade de nossos próprios atos. Um exemplo prático? Pense em um objetivo que você tenha, e que ainda não conseguiu realizar. Agora, levante-se, e se olhe no espelho, e olhando para sí mesmo, faça a simples pergunta:

 – O Quanto eu estou comprometido com este meu sonho? O Quanto eu estou dando de mim mesmo, para alcançar meu objetivo? Chegar até minhas metas?

Quando encontrarmos as respostas a estas perguntas, mas respostas sinceras, livres da hipocrisia que vivemos no dia a dia, teremos então dado não um pequeno passo, mas sim um salto em direção a realização do que planejamos.

É neste ponto que o comprometimento entra em cena. Comprometermos-nos a algo, é fazer um contrato pessoal de que este sonho é realmente importante, e que iremos usar de todas as nossas forças, meios e competências para realizá-lo. Podemos então perceber, que talvez não tenhamos as competências necessárias, mas se é nosso objetivo, faz parte então neste contrato de buscar estas competências, aprender novas perícias, buscar em nosso interior os valores que nos remetem a ter esta realização em nossa vida.

Este não é um processo muito fácil, principalmente quando nos “acostumamos” a retirar a responsabilidade de nossas próprias costas, e transferi-las para terceiros ou eventos que estão alheios a nossa vontade. Esta é uma das principais zonas de conforto que devemos evitar, dentre muitas outras que podem matar um sonho antes mesmo de que ele possa surgir em nossa mente. Quando transferimos esta responsabilidade para outros, o que fazemos realmente é assumir que não estamos completamente comprometidos com nosso desejo, que ele não é tão importante assim quanto parece ser. Estamos apenas aceitando a derrota, antes de iniciar a batalha real.

Ta, mas e ai? O que eu posso fazer para evitar esta derrota, e me comprometer com meu objetivo? O que eu posso fazer de diferente em minha vida, que irá me transformar, de um “perdedor”, para um VENCEDOR?

Está é uma pergunta difícil de ser respondida, até mesmo porque a sua resposta incluem muitas variáveis, mas o importante é entender que a principal variável, que tem o maior peso nesta resposta, é o COMPROMETIMENTO.

Um bom principio, é buscarmos nas pequenas necessidades o nosso comprometimento. Imaginemos como base para este aprendizado, sim, porque o comprometimento é um aprendizado, então, imaginemos a Pirâmide de Maslow, a Hierarquia das Necessidades.

Em sua Base, estão nossas necessidades primordiais, nossas Necessidades Fisiológicas. É aqui, nesta base, que iremos encontrar a raiz do comprometimento com nossos desejos. Para que o exemplo possa possuir força suficiente para impressionar, iremos buscar a Principal dessas necessidades, a Necessidade de Respirar.

Quanto tempo, cada um de vocês conseguem ficar sem respirar? 1 minuto? 5 minutos talvez? Depende da cada um, mas a pergunta é: Se alguém, sem nenhum motivo, retirar sua capacidade de respirar, o quanto você esta comprometido com você mesmo, para resgatar esta capacidade? O que você seria capaz de fazer, para que pudesse voltar a sentir o ar inflando seus pulmões? Esta resposta é a raiz do comprometimento. Quando estamos falando de nossas necessidades básicas, sejam elas comer, respirar, dormir, entre muitas outras, a comprometimento surge como uma força quase que incontrolável. Este é o nosso senso de sobrevivência. Nosso Instinto.

Avançando em nossa Pirâmide, chegamos ao terreno da Segurança. Quando todas as nossas necessidades primárias estão saciadas, nosso comprometimento ainda age forte em nossas decisões. Hoje, você pode ter uma família, esposa, filhos.. O quanto você esta disposto a se doar para as pessoas que estão ao seu lado, que dividem um sentimento forte de afeto, para que estas pessoas se sintam seguras? Confortáveis? Você já se viu na situação, de ter que aturar aquele chefe chato, que quando te vê só sabe humilhar? Por quanto tempo você esta agüentando esta situação? O que te faz se manter neste trabalho? Outra vez encontramos nosso amigo, o Comprometimento. É o seu comprometimento com as pessoas que estão ao seu lado, que te fazem prosseguir, mesmo quando sua vontade é jogar tudo para o alto e desistir.

Avançando mais um degrau, chegamos aos relacionamentos pessoais. Da mesma forma que a segurança, os relacionamentos pessoais nos trazem um comprometimento voltado para terceiros, direcionado para pessoas que estão a nossa volta e representam algo de valor. Comprometemos-nos a sair com nossos amigos no Happy Hour, nos comprometemos a levar nossa consorte a um jantar em uma data especial. Todas estas situações mostram que temos em nosso interior a capacidade de comprometimento. Mas em todas estas fases, não encontramos ainda a fórmula de usar este comprometimento ao nosso favor. E é agora que entramos na quarta e quita etapa da Pirâmide de Maslow.

Já vimos que podemos nos comprometer, seja de uma forma irracional, para satisfazer nossas necessidades básicas, seja para a segurança de nossas famílias, ou seja, para o envolvimento de terceiros, mas então, porque é tão difícil quando chegamos a este ponto, de buscarmos nossa auto-estima e nossas realizações pessoais, de se comprometer com nós mesmos? Levando para um lado um pouco religioso, isso acontece porque não estamos agindo de acordo com um dos ensinamentos primordiais:

“Amar a Deus acima de tudo, e ao próximo como a sí mesmo”

Quanto a amar a Deus, isto é incondicional, seja seu Deus qual for, seja sua religião qual for, mas o que nos esquecemos, e de forma constante, é de amarmos a nós mesmos. Esta máxima da religião resume o principio do comprometimento. Como podemos amar ao próximo, se não sabemos ainda nos amar? Voltemos a nossa pirâmide:

Já sabemos onde nosso comprometimento habita, e ele é demonstrado facilmente quando a questão principal envolve outras pessoas. Mas e quando envolve somente a nós? O Quanto nós nos estimamos? Sim, de acordar de manhã, e nos dar o direito de uma boa espreguiçada, de se olhar no espelho, e sorrindo, desejar um bom dia a nós mesmos? Esses pequenos gestos passam por despercebidos, pois estamos “comprometidos” com terceiros. E quando chegamos ao topo? Quando chegamos as nossas realizações pessoais? Como fica?

A quanto tempo você tem adiado aquela viagem? A compra daquele carro? Ao passeio de fim de semana com sua família? É nestas pequenas ações que começamos a observar o quanto é difícil se comprometer, quando o assunto em questão somos nós. E então surgem as desculpas: Não tenho tempo. Não posso me dar ao luxo. Eu não consigo. Minha família não deixa. Meu patrão me sufoca. Etc.

Este é o momento de mudar esta mentalidade. Este é o momento de tomar as rédeas de sua própria vida, e realizar o que deseja. Sei que muitos vão criticar: “Poxa Douglas, eu queria sim ter um carro novo, mas isso é impossível, tenho uma família para sustentar, escola para pagar, dívidas e mais dívidas.” Sim, concordo com cada uma dessas questões, mas o que te impede, de fazer um planejamento, e seguir este planejamento? Quer viajar? o que impede você de economizar um pouco de cada vez, e planejar sua viagem para daqui 1, 2 anos?

O que impede, é a falta de comprometimento com o seu desejo, com o seu sonho, e assim, empurrar desculpas e mais desculpas para que o mesmo se perca no horizonte, além de suas vistas, onde ele estando oculto, talvez não o perturbe tanto.

“O Impossível só é impossível, até alguém realizá-lo”

Estas são as palavras que devemos levar em nossa bandeira, a frente de cada uma de nossas ações. Não precisamos nos tornar egoístas, para realizarmos nossos sonhos, só precisamos planejar. Planejar, e realizar cada passo, com determinação, perseverança e principalmente, com COMPROMETIMENTO.

Abraços a todos que acompanham meus artigos, e aguardo criticas, sugestões e quem sabe um ou outro elogio também.

Obrigado e Até Breve.

Ferramentas de Coaching – Grow

No âmbito do Coaching e da Motivação, o modelo GROW utiliza uma abordagem interrogativa (levada a cabo pelo Coach) alicerçada na atitude positiva dos colaboradores (aqueles que se pretendem motivados).
GROW é um acrónimo para Goals, Reality, Options e Will.
Este modelo visa auxiliar o líder (executive coach) a levar os seus colaboradores a atingir a máxima performance.
O Coach coloca questões sobre:
Goals (Objectivos) – Estão esclarecidos acerca daquilo que querem alcançar?
– Estabeleceram objectivos intermédios e objectivos finais?
– São objectivos
SMART? (SMART é o acrónimo para a designação dos factores considerados mais importantes no estabelecimento de objectivos de qualidade e corresponde a Specific and measurable – Motivating – Attainable – Relevant – Trackable and time-bound).
Reality (Realidade) – Qual é a situação actual deles relativamente ao projecto?
– O que é que os está a ajudar ou a prejudicar?
– Podem aprender com alguém?
Options (Opções) – Quais são as opções disponíveis?
– Existem outras abordagens possíveis?
– Qual é a melhor opção?
Will (Vontade) – Querem verdadeiramente fazer isto?
– Se o grau de empenhamento for baixo, deviam estar a fazer outra coisa?
– Quais seriam as consequências disso?
O segredo do coaching está em contribuir para que o colaborador desenvolva as suas próprias soluções. Desse modo eles sentir-se-ão mais identificados e mais envolvidos no processo, donde decorrerão maiores níveis de motivação para tomar iniciativas e levar o projecto a bom termo e com sucesso.

No âmbito do Coaching e da Motivação, o modelo GROW utiliza uma abordagem interrogativa (levada a cabo pelo Coach) alicerçada na atitude positiva dos colaboradores (aqueles que se pretendem motivados).

GROW é um acrónimo para Goals, Reality, Options e Will.

Este modelo visa auxiliar o líder (executive coach) a levar os seus colaboradores a atingir a máxima performance.

O Coach coloca questões sobre:

Goals (Objetivos)

  • Você está esclarecido acerca daquilo que quer alcançar?
  • Estabeleceu objetivos intermédios e objetivos finais?
  • São objetivos

SMART? (SMART é o acrónimo para a designação dos fatores considerados mais importantes no estabelecimento de objetivos de qualidade e corresponde a Specific and measurable (Especifico e Mensuravel) – Motivating (Motivação) – Attainable (Alcançável) – Relevant (Relevante) – Trackable and time-bound (Planejamento em Datas)).

Reality (Realidade)

  • Qual é a situação atual deles relativamente ao projecto?
  • O que é que os está a ajudar ou a prejudicar?
  • Podem aprender com alguém?

Options (Opções)

  • Quais são as opções disponíveis?
  • Existem outras abordagens possíveis?
  • Qual é a melhor opção?

Will (Vontade)

  • Querem verdadeiramente fazer isto?
  • Se o grau de empenhamento for baixo, deviam estar a fazer outra coisa?
  • Quais seriam as consequências disso?

O segredo do coaching está em contribuir para que o colaborador desenvolva as suas próprias soluções. Desse modo eles sentir-se-ão mais identificados e mais envolvidos no processo, donde decorrerão maiores níveis de motivação para tomar iniciativas e levar o projeto a bom termo e com sucesso.