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Análise de Fábula – O Porco e o Cavalo

Deixo este texto exposto em meu blog para referencia a uma análise que postarei em breve a respeito de uma frase que encontrei em minha linha do tempo, no Perfil da Life Coaching no Facebook. (http://www.fb.com/LifeCoachPage/)

Escolha o seu destino quem quer ser porco e quem quer ser cavalo

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
– Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, No terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
– Força meu amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
– Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar… Upa!
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
– Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, O porco se aproximou do cavalo e disse:
– Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai… Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
– Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa… Vamos matar o porco!
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor?

A Importância do Coaching…

Existe uma antiga fábula publicada no livro A Águia e a Galinha, que fora escrito pelo Teólogo Leonardo Boff, que narra a historinha de um naturalista que após inúmeras tentativas, consegue fazer com que uma águia descubra sua real capacidade de realizações, pois antes disso, a mesma desconhecia totalmente essas capacidades, devido ter sido criada desde filhote na condição de galinha por um fazendeiro, então ela sempre acreditou e agiu como tal, ou seja, em sua mente e em seu contexto ela só sabia ser galinha, portanto, não voava, não caçava e sempre viveu dentro de um galinheiro ciscando e comendo milho.

Esse exemplo ilustra com bastante simplicidade, a capacidade de facilitar a evolução de um indivíduo, para que o mesmo consiga desenvolver e alcançar suas metas de resultados (individuais ou numa equipe). E essa capacidade de facilitação, é uma característica vital para os líderes dentro das organizações que almejam estar no estado descrito por Peter Senge como “A empresa que aprende”.

Porém conforme mostra a fábula da Águia e a Galinha, fazer com que as pessoas descubram seus potenciais, pode ser enormemente difícil e desafiador, pois a grande maioria de nós está condicionada pela sociedade apenas para ter resultados medianos e fazer apenas coisas específicas de seus mundinhos, fazendo com que muitas vezes, sejamos verdadeiros “imbecis especializados” conforme narra Domenico De Masi em seu livro o Ócio Criativo.

Essa facilitação da autodescoberta de potenciais é o cerne que sustenta as atividades de uma figura muito comum atualmente: O Coach, que muitas vezes é lembrado como um técnico ou treinador de alguma equipe, porém, comumente as pessoas desconhecem o real significado de ser um Coach para um time ou para um indivíduo.

Portanto, é crucial lembrar que a palavra Coach, devido a sua etimologia, significa algo como: “Veículo (meio) para o transporte de pessoas”, ou seja, por natureza, um Coach é o meio que facilita as pessoas a alcançarem seus objetivos.

Claro que existe atualmente, uma gama de técnicas e mantras organizacionais para desenvolver nossa habilidade para a facilitação ou Coach em nossas organizações e para ilustrar isso, cito abaixo algumas dessas habilidades e técnicas primordiais para um bom Coach:

  • Fazer o estímulo e manutenção da confiança;
  • Disseminar o compartilhamento de idéias através da cooptação ao ecossistema em questão;
  • Aplicação de técnicas para facilitar a comunicação, principalmente almejando a remoção dos ruídos nos diferentes canais nas organizações;
  • Promover o estado de aprendizado contínuo nas pessoas (inclusive em você mesmo!)
  • Estimular a melhoria contínua nos indivíduos recebedores e fornecedores do Coach;
  • Desenvolver o comprometimento com as metas em todos os indivíduos do grupo;
  • Ter capacidade para escalar resultados através da formação de multiplicadores do Coaching, ou seja, o famoso Coaching dos Coaches;
  • Identificar e ter meios que facilitem a remoção de impedimentos e conflitos;
  • Manter o constante feedback de resultados em todos os níveis de necessidade;
  • Criar quando necessário, o espírito de auto-organização nas equipes;
  • Fomentar a constante motivação do grupo;
  • Reconhecer e desconstruir os mecanismos de defesas em quem recebe o Coach;
  • Ter meios (técnicos, cognitivos, ou lúdicos) para alavancar os conhecimentos e experiências;

Porém, acima de todas essas habilidades supracitadas, algumas experiências positivas dentro das organizações, me fazem acreditar que todos nós temos a capacidade de sermos ótimos Coaches, pois pela a natureza humana e pela própria necessidade de evolução da nossa espécie, obrigatoriamente exercitamos a ato de receber ou fornecer Coach. Por exemplo: Sabia que o primeiro Coach que você recebeu em sua vida, foi feito pelos seus pais? Pois eles de maneira mais paciente possível, lhe mostraram e incentivaram a descobrir que você podia aprender a andar, falar, pensar, crescer, etc.

E sabe o que é melhor disso, você um dia também fornecerá (ou já forneceu) esse Coach para alguém, ou seja, todos nós temos a capacidade natural de ser Coach/Facilitador, só precisamos exercitar e desenvolvê-la noutras áreas de nossas vidas, por exemplo: em nossas organizações, dentro de nossas equipes ou dentro de nossos projetos. Portanto, espero que esse breve texto, lhe ajude a visualizar essa sua capacidade e lhe estimule a aplicá-la também em suas relações de trabalho, sejam elas de qualquer tipo. Obrigado e até a próxima.

Este artigo foi emprestado do site: http://www.infoq.com e seu autor é: Manoel Pimentel Medeiros, CSP

A Força do Exemplo…

As sandálias do discípulo fizeram um barulho especial nos degraus da escada de pedra que levavam aos porões do velho convento. Era naquele local que vivia um homem muito sábio. O jovem empurrou a pesada porta de madeira, entrou e demorou um pouco para acostumar os olhos com a pouca luminosidade.

Finalmente, ele localizou o ancião sentado atrás de uma enorme escrivaninha, tendo um capuz a lhe cobrir parte do rosto. De forma estranha, apesar do escuro, ele fazia anotações num grande livro, tão velho quanto ele.

O discípulo se aproximou com respeito e perguntou, ansioso pela resposta:

– Mestre, qual o sentido da vida?

O idoso monge permaneceu em silêncio. Apenas apontou um pedaço de pano, um trapo grosseiro no chão junto à parede. Depois apontou seu indicador magro para o alto, para o vidro da janela, cheio de poeira e teias de aranha.

Mais do que depressa, o discípulo pegou o pano, subiu em algumas prateleiras de uma pesada estante forrada de livros. Conseguiu alcançar a vidraça, começou a esfregá-la com força, retirando a sujeira que impedia a transparência.

O sol inundou o aposento e iluminou com sua luz estranhos objetos, instrumentos raros, dezenas de papiros e pergaminhos com misteriosas anotações.

Cheio de alegria, o jovem declarou:

– Entendi, mestre. Devemos nos livrar de tudo aquilo que não permita o nosso aprendizado. Buscar retirar o pó dos preconceitos e as teias das opiniões que impedem que a luz do conhecimento nos atinja. Só então poderemos enxergar as coisas com mais nitidez. Fez uma reverência e saiu do aposento, a fim de comunicar aos seus amigos o que aprendera.

O velho monge, de rosto enrugado e ainda encoberto pelo largo capuz, sentiu os raios quentes do sol a invadir o quarto com uma claridade a que se desacostumara. Viu o discípulo se afastando, sorriu levemente e falou:

– Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga. Afinal, eu só queria que ele colocasse o pano no lugar de onde caiu.

Pense em como aquilo que você faz todos os dias, está influenciando os outros. Por isso, aja sempre no bem. Faça as coisas corretas, começando pelas pequenas coisas como, por exemplo, manter limpa a cidade. Seja você aquele que não joga papel no chão. Coloque-o no bolso, na bolsa, num lugarzinho no chão do carro. Quando passar por uma lixeira, deposite-o ali.

Seja você aquele que respeita os sinais de trânsito. Não estacione seu carro sobre a calçada. Não estacione em fila dupla. Respeite as filas de ônibus, do banco, do supermercado, em qualquer lugar. Espere a sua vez sem reclamar nem xingar. Preserve a paz. Não arranque flores dos jardins públicos, mesmo que seja para plantar em sua casa, em seu jardim. Preserve o que é de todos.

Enfim, dê o bom exemplo em tudo. Ao seu lado, sempre haverá uma criança, um jovem, um adulto, alguém enfim que se achará no direito de fazer o que você faz, principalmente se você for alguém que ele respeita, como o pai, a mãe, o professor, o melhor amigo, o político conhecido na cidade. E lembra-se: mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga.

Texto cedido e divulgado no Grupo de Coach: Coaches em construção

A Árvore dos Desejos

Coach Douglas Ferreira
Uma vez um homem, estava viajando e entrou acidentalmente no paraíso. No conceito indiano de paraíso, há arvores que realizam desejos. Basta sentar-se debaixo delas, desejar alguma coisa, e imediatamente seu desejo é realizado. Não há qualquer intervalo entre o desejo e a realização. Você pensa e imediatamente ele se torna concreto: O pensamento se realiza automaticamente.
Essas arvores nada mais são que uma simbologia da mente. A mente é criativa com seus pensamentos.
O homem estava cansado, assim ele adormeceu debaixo de uma arvore dos desejos. Quando ele acordou, estava se sentindo muito faminto, então disse, “Gostaria de conseguir comida em algum lugar.” E imediatamente a comida apareceu do nada – flutuando à sua frente, uma comida deliciosa. Ele começou a comer e quando estava se sentindo satisfeito, outro pensamento surgiu nele: “Se pudesse conseguir algo para beber…” E nada é proibido no paraíso, então imediatamente um precioso vinho apareceu.
Bebendo vinho, relaxando na brisa fresca do paraíso, na sombra da arvore ele começou a imaginar: “O que esta acontecendo? Fui para dentro de um sonho ou há fantasmas me pregando peças?”
Então apareceram fantasmas! Eram ferozes, terríveis e nauseantes. Ele começou a tremer, e pensou: “Agora estou certo de que vou morrer. Esses fantasmas vão me matar”. E ele foi morto.
Esta parábola é muito antiga, de imenso significado. Sua mente é uma arvore dos desejos, o que você imaginar será realizado, mais cedo ou mais tarde.
Abraços e Sucesso Sempre

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