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Pack – O Pequeno Príncipe (áudio e pdf)

O Piloto Poeta
Guiado pelas estrelas Antoine de Saint-Exupéry, viajou pelo mundo, decifrou o céu, criou laços entre as pessoas. Diminuindo as distâncias, fez o mundo parecer menor. Escrevendo, fez do nosso planeta, um mundo maior.

O Essencial
Antoine de Saint-Exupéry partiu para Nova York no fim de Dezembro de 1940, onde começou a desenhar, na frente aos editores, o recorrente menino de cabelos rebeldes. Quando lhe perguntavam, respondia: “Não é nada de mais, é apenas o garoto que existe no meu coração.”
A primeira edição do Pequeno Príncipe apareceu em abril de 1943. Ele recebeu um dos primeiros exemplares alguns dias antes do seu embarque para a África do Norte. Atravessou o Atlântico a bordo de um navio com tropas americanas para lutar pela França ocupada pelo exército alemão. No dia 31 de Julho de 1944 não retornou da sua última missão.
Toda a obra de Saint-Exupéry é centrada em valores fundamentais e universais. Elas fazem parte do nosso patrimônio. São os valores dos homens solidários, responsáveis e persistentes.

A Toalete do Planeta
Um pequeno príncipe nos convida a olhar com atenção o planeta que habitamos, cheio de presentes oferecidos pela natureza. Presentes aparentes ou escondidos, renováveis ou limitados. Mas todos eles revelam segredos quando os observamos com o olhar cristalino de uma criança.
Estrelas que sabem sorrir.
Antoine de Saint-Exupéry resgatou a criança que existe em cada um de nós, com encanto, ética e beleza.

Pequeno Príncipe

Imagem descritiva do Pequeno Príncipe

Áudio: O Pequeno Príncipe

Este é o relançamento do álbum produzido por Irineu Gracia nos anos 50, que traz uma adaptação do livro “O Pequeno Príncipe”, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, com tradução de D. Marcos Barbosa. O disco apresenta a fantástica interpretação do talentoso grupo de teatro de Paulo Autran, com Gloria Cometh, Oswaldo Loureiro Filho, Margarida Rey, Benedito Corsi e Aury Cahet. Quem assina a trilha sonora é Tom Jobim. Confira! [audio http://www.doctorsbusiness.com.br/diversos/Audio.Book.O.Pequeno.Principe.mp3|titles=O Pequeno Principe]

Histórias sobre Voar…

Um Rato no Vôo

Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra, mas que bem conservado ainda tinha condições de voar…

Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento.

Era um rato que roia uma das mangueiras do sistema hidráulico que dava sustentação ao avião para permanecer nas alturas.

Preocupado pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado por falta de oxigênio.

Então voou cada vez mais e mais alto e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem, conseguindo assim realizar uma arrojada aventura ao redor do mundo que era seu grande sonho…

Moral da História

  • Se alguém lhe ameaçar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO…
  • Se alguém lhe criticar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO…
  • Se alguém tentar lhe destruir por inveja e fofocas, VOE CADA VEZ MAIS ALTO…
  • E por fim, se alguém lhe cometer alguma injustiça, VOE CADA VEZ MAIS ALTO…

Sabe por quê? Os ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos ‘ratos’, não resistem às grandes alturas. Enquanto ele reclama, você cresce!

O que são Ritos – O Pequeno Principe nos Ensina…

Recordando o artigo anterior, lembro-me de ter citado a importância de determinar uma hora para praticar seus novos hábitos, e então me recordei de uma passagem no livro do pequeno príncipe, quando ele encontra a raposa, que explica muito bem este processo e a sua importância. O texto completo é um pouco longo, por isso decidi apenas colocar o trecho citado, com um link para o blog Inatitude, onde você poderá encontrar a história do pequeno príncipe por completo.

Vamos ao trecho:

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“… – Por favor… cativa-me! disse ela.

– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto…

No dia seguinte o principezinho voltou.

– Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração… É preciso ritos.
– Que é um rito? perguntou o principezinho.
– É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!

Assim o principezinho cativou a raposa…”

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Espero que tenham gostado, e que possa ter esclarecido um pouco mais sobre o processo dos seis passos.

Abraços e Sucesso A todos…